Quintal bem temperado: fundos da casa viraram ateliê para uma chef

Além dos equipamentos industriais, espaço ganhou uma mistura aconchegante de madeira, vidro e vegetação para a proprietária cozinhar, dar aulas e relaxar

Por Texto Amanda Sequin | Produção Carolina Diniz | Fotos Luis Gomes Atualizado em 9 set 2021, 14h09 - Publicado em 22 dez 2015, 08h00

Ladrilhos hidráulicos (Dalle Piagge), bancada de Corian (Avitá Design) e mesa de madeira de demolição dão graça à escola-ateliê chamada Quintal Gourmand. Um jardim vertical escondeu o muro torto que existe ali atrás e ainda emoldurou as janelas.

Há mais ou menos 12 anos, Sylvia Cury tomava uma decisão importante: abandonar a advocacia a fim de transformar o hobby culinário em profissão. Deu tão certo que a cozinha da própria residência, em São Paulo, ficou pequena demais para a nova carreira. “Sentia vontade de dar aula, e ali não rolava. Precisava de algo mais intimista”, conta. A prima e arquiteta Nádia Manssur, do escritório Manore Arquitetura, acatou o desafio e propôs acomodar o novo espaço na edícula. Na área de 35 m² que acomoda até equipamentos industriais, prevalece a mistura aconchegante de madeira, vidro e vegetação. “Realizo eventos esporádicos e nos fins de semana cozinho junto com meus três lhos. É um astral muito bom”, completa a moradora.

O deck de madeira de demolição e o pergolado ligam o ambiente de estrutura metálica ao quintal da casa neoclássica – a pitangueira manteve-se intacta entre eles. Uma faixa de vidro, no alto, fornece luz natural para a bancada. O mesmo material aparece na porta de correr.

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