Mestres da Obra
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O projeto criado em 2001 pelo Estúdio Brasileiro nasceu com o intuito de implantar ateliês em canteiros de obras da região metropolitana de São Paulo. Nessas escolas, os operários aprendem a transformar os resíduos da construção civil em objetos artísticos. Além de melhorar a auto-estima dos trabalhadores, a idéia garante um destino adequado e criativo a materiais antes fadados ao lixo. Contato: tel. (11) 4436-2256, Santo André, SP; www.mestresdaobra.com.br.
Apoio ao artesanato de capim-dourado
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Na região do Jalapão, TO, o capim-dourado é a matéria-prima de cerca de 2 mil artesãos. A popularização desse artesanato, no entanto, ameaçou a continuidade da atividade. Vendidas para turistas, as peças se desvalorizaram e o manejo da planta se desorganizou. Com o apoio do Ministério do Turismo, da Fundação Banco do Brasil e do Governo do Estado do Tocantins, o Terra Design realizou oficinas e palestras para conscientizar profissionais e compradores sobre a importância da colheita e do consumo conscientes do capim, a principal fonte de renda de comunidades como Divinópolis e Xerente, uma área indígena. Contato: tel. (11) 3813-6286, São Paulo; www.terradesign.com.br.
Gestão de resíduos da construção civil
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Durante os 30 meses de obra do edifício Mirante dos Sambaquis, num condomínio em Bertioga, SP, a Sobloco Construtora concentrou esforços para combater o desperdício e destinar corretamente o lixo. O projeto de 2001 se antecipou um ano à resolução 307 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), que trata da gestão dos resíduos da construção civil. Assim, o sistema pioneiro treinou os operários e conseguiu evitar o descarte de 1,2 mil tonelada de material em locais inadequados.
Contato: tel. (11) 3093-9300, São Paulo;www.sobloco.com.br.
Artesanato de fibra de bananeira
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Com o apoio da ONG Artesanato Solidário, do Ministério da Integração Nacional, do Sebrae e da prefeitura de Salgueiro, PE, as artesãs do Sítio Pitombeira produzem bolsas, almofadas, jogos americanos e outras peças utilitárias. A matéria-prima e a fonte de renda da comunidade são restos de bananeiras abandonados pelos agricultores após a colheita. Herança de gerações, a técnica do tear manual resulta num tramado, depois colorido com pigmentos naturais da aroeira e da imburana. Contato: Artesanato Solidário. Tel. (11) 3082-8681, São Paulo; www.artesol.com.br.
Núcleo artesanal de reciclagem
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A parceria com a Universidade Católica de Goiás deu impulso à Cooprec (Cooperativa de Reciclagem de Lixo), de Goiânia. Com a consultoria de alunos e professores das A parceria com a Universidade Católica de Goiás deu impulso à Cooprec (Cooperativa de Reciclagem de Lixo), de Goiânia. Com a consultoria de alunos e professores das e material reaproveitado, além de telhas de papel betumadas e grânulos de plástico para a indústria. Contato: tel. (62) 3208-4350, Goiânia; cooperativadereciclagem@ibest.com.br.