Parece óbvio: uma cidade em que as pessoas se deslocam por bicicleta é mais saudável. No entanto, a falta de uma estruturação cicloviária em avenidas paulistanas desencoraja quem pensa em deixar o carro na garagem para pedalar até o trabalho. Leis sancionadas e não cumpridas (com a obrigação de construir ciclovias em novas ruas e avenidas de São Paulo), projetos de ciclovias que ligam o nada a lugar nenhum (como a que existe na av. Sumaré) e a falta de um trabalho de conscientização dos motoristas levam a acidentes fatais, como o que aconteceu com a ciclista Márcia Regina de Andrade Prado, de 40 anos em 14 de janeiro de 2009.
Perguntamos a Renata Falzoni, ciclista e jornalista, Laura Ceneviva, coordenadora do grupo pró-ciclistas, Arturo Alcorta, educador da Escola Bicicleta, Soninha Francine, ex-vereadora de São Paulo, Regina Fujihara, gerente da Fundação Aron Birman e André Pasqualini, cicloativista, como seria a cidade se tivéssemos ciclovia nas marginais Pinheiros e Tietê – importantes vias de interligação entre bairros. Eles respondem nos vídeos abaixo.

Arturo Alcorta Laura Ceneviva Fujihara e Pasqualini Soninha Francine