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Reurbanização da rua Oscar Freire, em São Paulo. O bulevar de cinco quadras devolve o prazer de andar a pé por este trecho, famoso pela qualidade de lojas e serviços. Com a substituição da rede elétrica existente por uma subterrânea (os postes ocupavam 30% da área dos passeios), foi possível alargar e recuperar as calçadas.
Intervenção urbana
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Reurbanização da rua Oscar Freire, em São Paulo. A nova configuração melhorou a acessibilidade, inseriu bancos e repensou o paisagismo de forma que não interrompesse o f luxo de pedestres nem prejudicasse a visualização das vitrines.
Intervenção urbana
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Reurbanização da rua Oscar Freire, em São Paulo. Ao harmonizar as atividades que determinam a vida urbana e os espaços que as acolhem, a intervenção incrementa a vitalidade da região, num exemplo que pode inspirar outros pólos comerciais.
Intervenção urbana
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Héctor Vigliecca é uruguaio e vive em São Paulo desde 1975. Dirige, ao lado de Luciene Quel, o escritório Vigliecca & Associados, reconhecido pela experiência em planejamento urbano.
Intervenção urbana: Vigliecca
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Estúdio e Laboratório de Moda Rosa Chá/Marisol, em São Paulo. Concebida como espaço educacional, a construção de 800 m² no bairro da Vila Olímpia passou por adaptações para abrigar o novo uso. A estrutura mista de concreto e aço da edificação de três andares foi mantida. A ela, somou-se um subsolo. Internamente, novos eixos de circulação em cada andar (pensados como decks de uma marina) interligam os departamentos.
Retrofit
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Estúdio e Laboratório de Moda Rosa Chá/Marisol, em São Paulo. Os arquitetos reservaram uma porção do terreno ao uso público: uma praça aberta de 210 m², sem muros ou grades. Discreta, a fachada de 30 x 3,50 m emprega uma viga vagonada revestida de placas cimentícias e massa texturizada, na qual o logotipo da marca está gravado em baixo-relevo.
Retrofit
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Luiz Fernando Rocco e Fernando Vidal dirigem o escritório Rocco Arquitetos Associados, em São Paulo, cuja atuação diversificada inclui gerenciamento de obras.
Retrofit: Rocco e Vidal
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Top Towers, em São Paulo. Implantar duas torres num terreno estreito de 3 800 m² permitindo uma ampla combinação de área e forma para os conjuntos comerciais foi o desafio deste projeto, que aproveitou sua localização perto da avenida 23 de Maio para criar um marco na paisagem da capital.
Edifícios comerciais
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Top Towers, em São Paulo. A composição visual conseguida por meio dos terraços marca a fachada do empreendimento de 423 unidades.
Edifícios comerciais
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Top Towers, em São Paulo. Neles, instalaram-se sistemas individuais de ar condicionado – assim, cada usuário pode optar entre a climatização e a ventilação natural, o que contribui para a economia de energia e a sustentabilidade do edifício.
Edifícios comerciais
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Top Towers, em São Paulo. A linguagem arquitetônica remete às fachadas dos prédios paulistanos das décadas de 40, 50 e 60.
Edifícios comerciais
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Gianfranco Vannucchi e Jorge Königsberger são sócios desde 1975 no escritório paulista Königsberger Vannucchi Arquitetos Associados, referência na área de arquitetura comercial.
Comerciais: Vannucchi e Königsberger
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Unilever Latin America, em São Paulo. Pensadas para atender o público jovem que integra a equipe de funcionários, as novas instalações desta multinacional privilegiam ambientes agradáveis, transparentes, que facilitem a concentração e sejam acessíveis.
Escritórios
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Unilever Latin America, em São Paulo. Três salas de reunião instaladas em cilindros destacam-se na entrada, onde a presença da água (que remete aos produtos comercializados pela marca) propicia inspiração e tranqüilidade.
Escritórios
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Unilever Latin America, em São Paulo. Em contraste com os revestimentos bege, as cores utilizadas no mobiliário dão vitalidade ao espaço, que também procura estimular a criatividade. A utilização de pisos vinílicos em boa parte das salas foi, segundo os arquitetos, um ponto importante de economia.
Escritórios
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Ivo Wohnrath e Sérgio Athié especializaram-se no segmento de arquitetura corporativa e mantêm o escritório Athié Wohnrath Associados, presente em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Escritórios: Wohnrath e Athié
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Tauana Hotel, em Prado, BA. Nas paredes, pau-a-pique ou tijolos de adobe. Nas coberturas, piaçava ou taubilhas (telhas de madeira). Materiais e técnicas construtivas locais caracterizam este resort no litoral baiano, cujas cabanas, apartamentos e áreas comuns, espalhados em 2 500 m², confundem-se com a paisagem coalhada de coqueiros.
Hotelaria
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Tauana Hotel, em Prado, BA. A preocupação com a sustentabilidade pontua o projeto, que lança mão de recursos como madeira proveniente de manejo florestal, aquecimento solar, miniestações de tratamento de esgoto, reciclagem de lixo e compostagem (o adubo alimenta uma horta e um pomar orgânicos).
Hotelaria
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Tauana Hotel, em Prado, BA. A construção do complexo envolveu o ref lorestamento de 15 hectares do terreno.
Hotelaria
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Ana Catarina Ferreira da Silva estudou construções de terra na Universidade de Grenoble, na França, e trabalhou com o mestre Zanine Caldas (1919-2001). Portuguesa, vive no Brasil desde 2003 e montou seu escritório em Prado, BA.
Hotelaria: Ana Catarina
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Restaurante Shaya, em São Paulo. Este restaurante japonês mistura materiais como madeira de demolição, mármore carrara, vidro e retalhos de couro, que criam o efeito de escama de peixe na parede do mezanino. Referência à cultura oriental, o painel pirografado de 15 m² no fundo do salão retrata uma carpa.
Bares
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Restaurante Shaya, em São Paulo. Outra surpresa está no bar, onde a parede exibe um revestimento montado com 280 garrafas de saquê. Esses detalhes são destacados pela iluminação dimerizada, que permite um passeio entre tons de vermelho, verde e azul.
Bares
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Restaurante Shaya, em São Paulo. Com acessos voltados a duas ruas no bairro do Itaim Bibi, o restaurante tem entradas independentes para o público e para o abastecimento, o que assegura a higiene e libera a passagem principal.
Bares
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Marcelo Rosenbaum tem um trabalho marcado por uma bem-sucedida mistura de estilos. Além de projetos residenciais e comerciais, faz cenografia, design e televisão. Seu escritório, Rosenbaum Design, fica em São Paulo.
Bares: Rosenbaum
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Loja Eos Bela Cintra, em São Paulo. As características ref lexivas e a transparência do vidro fazem uma referência à matériaprima principal dos produtos da marca de cosméticos: a água. A vontade de extrapolar a contenção do espaço com efeitos de fundo infinito e de luz guiou o projeto.
Lojas
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Loja Eos Bela Cintra, em São Paulo. A vontade de extrapolar a contenção do espaço com efeitos de fundo infinito e de luz guiou o projeto. Prateleiras transparentes dão a sensação de que embalagens e frascos estão flutuando no espaço, e efeitos mutantes de luz colorem o ambiente basicamente branco com tons suaves e relaxantes.
Lojas
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Loja Eos Bela Cintra, em São Paulo. Executada com chapa metálica, a bancada atravessa todo o comprimento da loja e dá suporte a funções como pia, balcão de apoio e caixa. No segundo andar, localizam-se duas salas de massagem.
Lojas
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Paulus Magnus assina projetos de diferentes perfis, de casas a escritórios, lojas e indústrias, e também faz interiores e design. Tem trabalhos nos Estados Unidos e no Canadá. Seu escritório fica em São Paulo.
Lojas: Paulus Magnus
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Museu do Pão, em Ilópolis, RS. Este museu-escola nasceu com o restauro do vizinho Moinho Colognese, erguido no final do século 19. Para fazê-lo voltar a funcionar, reincorporá-lo à vida cotidiana da cidade e reafirmá-lo como testemunho da história do lugar, recuperaramse suas características e funções originais.
Edifícios de uso misto
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Museu do Pão, em Ilópolis, RS. Os dois novos blocos, embora erguidos basicamente com concreto e vidro, remetem a soluções técnicas e materiais presentes no moinho de madeira, além de resgatar elementos da cultura imigrante italiana. Com essa iniciativa, surgiu o circuito Caminho dos Moinhos, que abrange outras construções semelhantes em cidades próximas e cria um novo pólo turístico no Rio Grande do Sul.
Edifícios de uso misto
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Marcelo Ferraz e Francisco Fanucci trabalham juntos desde 1979, quando fundaram o escritório Brasil Arquitetura, em São Paulo. Em 1986, ambos iniciaram, com a Marcenaria Baraúna, a pesquisa sobre mobiliário de madeira.
Uso misto: Ferraz e Fanucci
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Urbanização de Heliópolis, em São Paulo. Construído numa área de 60 mil m² na zona sul paulistana, este conjunto habitacional soma 521 apartamentos e 23 pontos comerciais. Cada bloco procura inserir-se na região sem excluir as moradias existentes, tornando-se instrumento para restituir a cidadania a todo o bairro.
Condomínios residenciais
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Urbanização de Heliópolis, em São Paulo. Erguidos com alvenaria estrutural, os edifícios formam áreas comuns em trechos movimentados e visíveis, de maneira que possam ser zelados pelos próprios moradores.
Condomínios residenciais
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Urbanização de Heliópolis, em São Paulo. As unidades têm dois ou três quartos, e há uma opção de planta para deficientes. Áreas de serviço espaçosas evitam que as fachadas se tornem varais – fator, segundo o arquiteto, de degradação e exclusão social.
Condomínios residenciais
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Héctor Vigliecca é uruguaio e vive em São Paulo desde 1975. Dirige, ao lado de Luciene Quel, o escritório Vigliecca & Associados, reconhecido pela experiência em planejamento urbano.
Residenciais: Héctor Vigliecca
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Casa Iporanga, no Guarujá, SP. Camuf lar a moradia no terreno no litoral é a intenção deste projeto, que alcança seu objetivo por meio da implantação e da escolha de materiais. Ao preservar a pouca vegetação nativa existente, criou-se a sensação de que a casa está inserida na mata, enquanto o uso da madeira minimiza o impacto visual da construção.
Residencial praia
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Casa Iporanga, no Guarujá, SP. Painéis de vidro de quase 6 m de altura também contribuem para a discrição do desenho, marcado por linhas retas e formas geométricas. Internamente, os espaços podem ou não ser integrados por meio de portas que se escondem nas paredes e proporcionam usos distintos ao mesmo ambiente. Isolada das demais, a suíte do casal abre-se para uma laje gramada.
Residencial praia
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Arthur Casas mantém escritórios em São Paulo e, desde 2000, em Nova York. É autor de diversos projetos fora do Brasil.
Res. Praia: Arthur Casas
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Casa Grelha, na Serra da Mantiqueira. Uma estrutura de madeira com módulos de 5,50 x 5,50 x 3 m define a espacialidade desta casa de campo, que busca estabelecer uma relação direta com a natureza.
Residencial Campo
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Casa Grelha, na Serra da Mantiqueira. Ora ocupados por ambientes fechados, ora vazados, os módulos criam um jogo de cheios e vazios que organiza a planta e prevê diversos tipos de circulação: pelo teto gramado, pelo jardim ou por passarelas externas cobertas.
Residencial Campo
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Casa Grelha, na Serra da Mantiqueira. Para evitar a profusão de pilares internos, utilizaram-se vigas de aço corten de 11 m de comprimento. Apoiada em pilares de concreto, a estrutura não toca o solo e se preserva da umidade. Composto de dois blocos em balanço, o pavilhão de lazer ocupa o ponto mais alto do terreno.
Residencial Campo
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Fernando Forte, Lourenço Gimenes e Rodrigo Marcondes Ferraz dão aula de projeto na Universidade Paulista e dirigem o escritório Forte, Gimenes & Marcondes Ferraz, em São Paulo.
Res. Campo: Vencedores
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Casa em Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Situada no alto do morro de Santa Teresa, esta moradia de 480 m² se vale de dois patamares existentes no lote. A cota mais baixa destina-se aos quartos, numa ponta, e ao escritório, na outra.
Residencial cidade
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Casa em Santa Teresa, no Rio de Janeiro. No nível mais alto, a sala de estar desfruta a vista para o centro do Rio de Janeiro, a baía de Guanabara e o Pão de Açúcar. Erguida com concreto armado, a casa apresenta aberturas de vidro que, quando recuadas da fachada, estão protegidas por beirais definidos pela própria estrutura.
Residencial cidade
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Casa em Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Nos quartos, podem ser fechadas com painéis corrediços de madeira. Cozinha e área de serviço localizam-se na intersecção entre os blocos perpendiculares que compõem a construção.
Residencial cidade
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Angelo Bucci combina a atividade no escritório SPBR Arquitetos, em São Paulo, com uma forte atuação acadêmica. Docente da FAU-USP desde 2001, foi professor convidado de várias universidades internacionais.
Res. Cidade: Angelo Bucci
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Edifício Rochaverá, em São Paulo. O projeto das quatro torres deste empreendimento comercial, que ocupa um terreno de 37 mil m² na zona sul da capital, seguiu as recomendações do Conselho de Greenbuilding dos Estados Unidos para obter o selo ambiental LEED.
Menção honrosa sustentabilidade
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Edifício Rochaverá, em São Paulo. Uma delas, por exemplo, diz respeito à transparência da fachada, que não deve ter mais de 50% de sua superfície coberta por vidro para aproveitar os benefícios da iluminação natural sem sobrecarregar o uso do ar-condicionado. Neste caso, os cálculos definiram uma proporção de um terço de vidro e o restante de concreto pré-moldado revestido de granito. Recursos como esse, somados a outras tecnologias ambientais, tornam o complexo auto-suficiente em energia.
Menção honrosa sustentabilidade
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Gian Carlo Gasperini, Roberto Aflalo Filho e Luiz Felipe Aflalo Herman comandam um dos escritórios mais antigos do país, o Aflalo & Gasperini, criado em 1962 por Roberto Aflalo e Plinio Croce.
Gasperini, Aflalo e Herman
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Agência Loducca e Edifício Harmonia//57, em São Paulo. A sede da agência de publicidade Loducca, no bairro Jardim América, recebeu uma membrana de madeira (ora mais perto, ora mais longe, num traçado orgânico) que recobre a fachada de concreto conforme a necessidade de isolamento térmico e acústico. Outro exemplo de inventividade está no Harmonia//57, na Vila Madalena, um prédio de escritórios com 1 060 m².
Menção honrosa inovação
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Agência Loducca e Edifício Harmonia//57, em São Paulo. O bloco principal exibe gigantescas venezianas na fachada. A garagem em forma de boca “engole” os carros, na definição dos arquitetos. Outro detalhe curioso é a lateral do edifício. Ali, plantinhas cultivadas no concreto e dotadas de um sistema de irrigação prometem transformar a construção num exemplo de, dizem os autores, “arquitetura viva”.
Menção honrosa inovação
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Triptyque é o nome do escritório formado por Guillaume Sibaud, Carolina Bueno (a brasileira do grupo de franceses), Olivier Raffaelli e Gregory Bousquet. A motivação para os diversos trabalhos que realizam – residências, lojas, agências de publicidade, casas noturnas e edifícios – é a experimentação como resposta ao caos de São Paulo, cidade que adotaram ao deixar Paris, em 2000.
Triptyque