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E se toda São Paulo adotasse a captação de energia solar?

Perguntamos a especialistas o que aconteceria se toda a cidade de São Paulo adotasse a energia solar. Acompanhe as considerações do coordenador do Cidades Solares Carlos Faria , do ilustrador Maurício Negro, do vereador de São Paulo pelo PTB e autor da Lei 317/01 (que obriga o uso da energia solar pela iniciativa privada em São Paulo) Paulo Frange e do coordenador do Espaço Alana Raimundo Nonato.


Por Natália Garcia

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Os números impressionam. Cerca de 80% da conta de luz paga hoje pela população média em São Paulo corresponde a gastos com aquecimento de água. Se metade da cidade passasse a utilizar coletores de energia solar como alternativa, teríamos uma economia de cerca de R$ 8 bilhões, além da redução de mais de 300 mil toneladas de gás carbônico por ano na atmosfera – seriam necessários 435 milhões de metros quadrados de floresta para se ter o mesmo efeito. Além disso, seriam gerados, pelo menos, 30 mil novos empregos.

Por que, então, a energia solar não é implantada em toda a cidade? O maior impedimento é o investimento inicial, que gira em torno de R$ 2 a 4 mil para uma família média. Uma saída pode ser a construção do Aquecedor Solar de Baixo Custo, implantado no Espaço Alana, que custa em torno de R$ 350 e dá conta de uma casa com até seis pessoas, mas ainda foi pouco difundido.

Esses vídeos fazem parte da revista digital Fórum.

                        
Raimundo Nonato        Paulo Frange                Mauricio Negro              Carlos Faria               


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