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Neste projeto, os muros foram substituídos por gradis e portões de aço galvanizado, pintados com esmalte. Na ampla entrada, os gradis são vazados, e o portão de cumaru contrasta com a fachada branca de 13 m. Projeto de Décio Marcondes Filho e Fernanda Feltrini.
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Assim como a fachada, o muro combina mosaico de vidro azul (
Vidrotil) e concreto aparente – a solução coloriu a casa e garantiu manutenção muito simples. Tanto é que a fachada, com 10 m de extensão, encontra-se intacta há mais de dez anos. A madeira dos portões assegurou o equilíbrio visual. Projeto de Anete Rosemberg Ring.
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A intenção ao fazer os muros e portões nesta casa foi a de manter a mesma simplicidade empregada no projeto da construção. O muro, que tem 19,50 m de extensão e atinge 3,50 m de altura em alguns pontos, foi erguido com blocos de concreto e pintado. Já os portões foram feitos de alumínio com pintura eletrostática. Projeto de Aron Cohen e paisagismo de Koiti Mori.
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A altura do muro desta casa foi planejada para dar aos moradores a sensação de segurança e privacidade. Erguido com tijolo comum de barro, o acabamento foi feito com uma mistura de massa de areia e cimento frisado. Projeto de Luiz Pereira Barretto.
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Aqui, a opção foi manter no muro e nos portões o estilo moderno e minimalista da construção. O muro, erguido com blocos de concreto seguidos de pilares, teve o acabamento texturizado feito na própria obra. São 12 m de fachada entrecortada por dois portões – para carros e pedestres – de alumínio pintado. Projeto de
José Ricardo Basiches.
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O muro, com acabamento amarelo
Terracor, conta com uma curva que dá movimento à fachada. Os quadrados vazados, no alto, foram pintados de azul. O jogo de cores se completa com a leveza do portão de treliça, no mesmo tom. Projeto de Maricy Marcos Borges.
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O muro deste sobrado foi construído com o mesmo bloco de concreto usado na edificação. Ele não tinha pintura, contudo, depois que foi pichada, a superfície recebeu uma tinta própria para áreas externas, na mesma tonalidade do concreto. O contraste só existe nos portões com chapas metálicas pintadas. Projeto de Joana Melo.
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O gradil de alumínio com pintura eletrostática valoriza a construção dos anos 1940, trazendo leveza sem comprometer a privacidade. Na extrema direita, dois nichos (50 x 50 cm, cada um) com visor transparente (vidros 10 mm) abrigam os relógios de eletricidade e água. Projeto de
Ruy Rezende.
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Cores fortes para atualizar a casa dos anos 1970. No muro, foram aplicadas duas demãos de tinta acrílica fosca e, no portão de ferro, a mesma medida de esmalte acetinado. Na esquina, há uma guarita que permite visão tanto do portão social quanto da entrada de serviço. Projeto de Adriana Ribeiro de Mendonça.
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Na entrada da garagem, a chapa de ferro perfurada revela sutilmente contornos, sem devassar a casa. A tinta esmalte aumenta a durabilidade da peça. Repare que a viga metálica, que sustenta o portão basculante, avança pelo muro de alvenaria, criando uma espécie de moldura. Projeto de Claudia Napchan.
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Aqui, para integrar o muro à residência, repetiu-se o material utilizado na fachada: alvenaria com textura acrílica. Sarrafos de madeira demarcaram os frisos, enquanto a moldura de concreto pré-moldado foi fixada diretamente no muro. Projeto de
João Armentano.
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Uma estrutura de aço-carbono apóia o portão de cumaru, auxiliando a automatização. Sem essa solução, em um vão como este (6 m), a madeira sozinha empenaria. O cumaru leva Pentox Cupim (
Montana Química) e verniz náutico. Tijolos de demolição arrematam o muro e compõem o piso. Projeto de
Henrique Reinach e Maurício Mendonça.
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Os portões vazados de alumínio com tinta eletrostática dão continuidade à fachada. Presa em treliça de fios de cobre, a trepadeira lágrima-de-cristo orna o muro. Projeto Joaquim da Rocha Azevedo, Luciana Sobral e Renata Collet Lemos e da
Bonsai Paisagismo.
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Ao trocar a grade pelo muro, os donos desta casa desejavam uma estrutura com tijolo aparente. Assim, o tijolo colonial (27 x 13 x 7 cm) recebeu uma demão de seladora e duas camadas de impermeabilizante. Projeto desenhado pelos proprietários e realizado por um empreiteiro e o arquiteto Vittorio Barone.
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Dimensões generosas e linhas retas valorizam este projeto. Sobre o muro de alvenaria (22 m de largura), assentaram-se réguas de cumaru (7 cm de altura), impermeabilizadas com verniz de poliuretano. O portão é de alumínio. Projeto de
Márcio Kogan.
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Tábuas de ipê entrelaçadas em tubos de PVC, cheios de concreto e ferragens, compõem este ziguezague. Para manter a privacidade na área interna, as tiras, fixadas com parafusos nas extremidades, foram passadas duas a duas. Projeto de Alexandre Brandão.
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O painel de alumínio responde pelo visual inusitado. Cada régua de lambri canelado, fornecido com pintura eletrostática, foi parafusada pelas pontas na parede de blocos de concreto. Projeto de Fernando Luz.
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Os destaques deste muro são os acabamentos: os tijolos aparentes que cobrem os pilares e a massa caipira aplicada sobre a parede de tijolos baianos. Essa massa é uma mistura de areia, cimento e cal, jogada sobre o chapisco e alisada displicentemente com a colher de pedreiro. Sobre essa camada, a caiação com pó xadrez e óleo de linhaça deu cor e um visual rústico à divisória. Projeto de Gil Lopes.
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A impressão é de que a pedra madeira faz parte da estrutura. Na verdade, ela é só uma decoração aplicada sobre a alvenaria – na área central, a massa de revestimento ficou rebaixada e recebeu as pedras. Projeto de Elisabeth Hirth.
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