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Em lojas diferentes, foram encontrados os seis xales coloridos de 1,10 x 2,50 m de altura, cada um. Os lisos de xantungue de seda foram dispostos nas laterais (
Ethnix), e os listrados de voal, no centro (
Espaço Til). O truque foi não usar forro: assim, apesar das cores fortes, a transparência mantém a leveza dos tecidos. Com alças passantes, as peças deslizam em um varão de bambu de 2 m de comprimento. Mas atenção: as alças passantes para varões são práticas, mas pouco aconselhadas em cortinas maiores, em que ficam pesadas para correr. Projeto de Mario Almeida.
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Presa ao teto, a persiana de alumínio (
Luxaflex) filtra a luz e aparece combinada com os xales fixos de organza de seda (
Empório Beraldin). A sobreposição suaviza a frieza do metal, na opinião de
Roberto Negrete, autor do projeto. A cortina de 2,80 m de altura é presa em trilho suíço. Mais uma vez, a prega americana surge como a eleita. Executada pela
Cortinas Vila Prudente, a costura chama a atenção pela barra alta, de 45 cm.
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Aqui, a pintura na parede define o tom da cortina, presa em trilho suíço duplo embutido. A seda rústica sem brilho foi a escolha para os xales. “Para conseguir um bom caimento e estender a durabilidade deste tecido, mando forrá-lo com flanela e tergal”, avisa
Oscar Mikail, autor do projeto. Antes, vem o voal. Ambos costurados com a prega macho (intervalo de 10 cm), que gasta menos pano que a americana. Repare ainda no detalhe das braçadeiras clássicas. Tecidos da
Coquelicots confeccionados por Monica Bagatelli.
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Pétalas de acetato colorem este modelo, inspirado nos tons dos estofados. Recortadas a mão, elas foram presas pelo miolo no centro de cada bandeira, com 2 m de largura e 2,90 m de altura. O tecido sintético changeant, que parece mudar de cor, garantiu privacidade sem roubar a luz natural. Com 25 cm, a barra dupla segue pelas laterais. Projeto de Marilda Brandão.
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Os painéis de voal (
Larmod), presos ao trilho por velcros, são fáceis de desprender. Essa é uma das vantagens do modelo acionado como persiana. Cada bandeira de 89 cm de largura e 2,68 m de altura intercala varetas de aço de 30 em 30 cm, o que permite suspender as peças por cordões. Projeto de Ricardo Caminada e execução da
Casa Mineira.
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Numa de suas andanças pela rua 25 de Março, em São Paulo, a artista plástica
Ana Cordeiro se apaixonou pelo tecido de voal sintético estampado. Decidiu transformá-lo numa cortina básica de 1,45 m de largura e 2,50 m de altura, com barras de 25 cm em cada extremidade. Para dar charme, pendurou cristais em fios de náilon presos ao trilho suíço (à direita).
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Neste ambiente, instalou-se um varão de metal abaixo do teto para os xales de seda, presos por ilhoses. Com 9 m de largura cada um, eles têm a metragem exata para fechar o vão de 3,50 m da janela. O complemento é a cortina de voal misto (36 m) que corre num trilho atrás da sanca. Projeto de Adriana Penteado.
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Costuradas sob as duas folhas de organza de 1,70 m de largura, as faixas de 20 cm de seda cinza sugerem um visual contemporâneo e sofisticado, que parece alongar o pé-direito de 2,60 m de altura. As tiras foram atadas só na parte superior da organza, que ganhou uma barra de 2 cm de altura. Instalada num trilho suíço, esta cortina é levemente franzida. Você pode obter esse efeito sem lançar mão de pregas, apenas usando um volume a mais de tecido. Neste caso, foi comprado um terço de organza além da largura do trilho. Projeto de Raquel Melo e Camila Caló e execução da
Donatelli.
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A cortina que separa a sala de estar da varanda nada mais é do que uma grande franja de pingentes. Comprada pela moradora em uma viagem a Paris, ela inspira uma atmosfera romântica, sem roubar luz. Com 1,10 x 3,50 m de altura, a peça é composta de fios de raiom que pendem de um bandô de 20 cm de altura feito do mesmo material tecido manualmente. Esse bandô está suspenso num trilho suíço metálico. Por sinal, o raiom é o material mais indicado para criar cortinas de fios soltos: a fibra têxtil de celulose não embaralha nem forma nós. Instalação pela Casa dos Tapetes Manuais.
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O rolô de bambu, antes pesado e marcante, virou um painel que corre num trilho suíço. Para suavizar o visual, foi fixado um varão metálico do qual pende uma gaze de linho. Costurado com ilhoses (Atelier), o pano ganhou curvas sinuosas. A gaze de linho, que combina com materiais naturais, como madeira e bambu, tem um bom caimento ao ser pendurada. “Para que a barra fique perfeita, faça o acabamento no local pelo menos um dia após a instalação”, aconselha
Marcia Coelho, autora do projeto.
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Para proteger os móveis e o tapete persa da sala, a moradora encomendou a cortina prática e fácil de lavar na
Casa Fortaleza. Optou-se por um fundo liso franzido de voal e dois xales de 1 m de largura que mesclam linho e voal. Costurados com pregas do tipo macho, os xales receberam botões forrados na parte de cima. Suspensos num trilho suíço duplo a 2,50 m de altura, passam rente ao piso. Tecido sintético, o voal é sinônimo de praticidade e resistência: ele não encolhe com as lavagens, nem desbota facilmente, além de aceitar bem qualquer costura, da prega ao franzido.
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Nesta sala, cada uma das cortinas com xale combinou dois tipos de seda (
Safira Sedas), de texturas e tons diferentes (cru e fendi). A prega americana, com intervalo de 10 cm, cria um desenho sem excessos. A peça é presa em um varão duplo de aço escovado, com argolas. A altura da cortina é de 2,70 m, e da barra, de 10 cm. Projeto de
Roberto Migotto e confecção de Marilei Boldrini.
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Para trazer leveza ao ambiente, xales de organza (
Safira Sedas) num tom que reproduz o rosa do quadro colocado bem ao lado da porta-balcão. Dois tipos de voal (
Empório Beraldin) foram costurados juntos (execução da
Wall Decor) e fazem as vezes de forro. Como o pé-direito é alto (3 m), o varão duplo de bronze fica 15 cm abaixo do teto, recurso que traz aconchego à sala. Cuidado na manutenção: como o tecido pode encolher, a lavagem deve ser feita a seco a cada seis meses. Projeto de
Luciana Penna.
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Neste apartamento, a TV fica na sala de estar, que recebe muita luz à tarde. Como medida para escurecer o ambiente, a escolha recaiu sobre a cortina do tipo blecaute. Para compor o visual, encomendou-se também um modelo que combina dois tons de voal: o marrom foi costurado de modo a formar um envelope e, no meio dele, entrou o voal dourado (execução da
Slap Slap). Assim, o conjunto ajuda a segurar a luminosidade, sem eliminá-la totalmente. Um varão duplo sustenta as cortinas, presas em argolas. Projeto de
Antônio Ferreira Jr. e Mário Celso Bernardes.
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Além de ter um pé-direito superbaixo (apenas 2,40 m), o living deste apartamento tem aparelhos de ar-condicionado instalados junto ao teto, que precisariam ser disfarçados. A solução foi instalar um cortineiro de madeira laqueado de branco que cobre toda a parede e tem frestas para a saída do ar. Atrás dele, há um trilho suíço que sustenta a cortina de seda (
Casa Fortaleza) que arrasta no chão, é simples e sem pregas. A idéia era ter algo leve para revelar um pouco da paisagem que há por trás da porta-balcão envidraçada. Projeto de
Fernanda Marques.
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Para esconder o trilho, deixou-se um espaço entre o forro de gesso rebaixado e a parede. Foi instalada uma cortina para cada janela. Os modelos, que arrastam no piso, combinam cambraia de linho e um linho mais fechado, costurado na altura de 60 cm, como se fosse uma barra. Projeto de Renata Parasmo de Angelis e execução da
Coutinho Estofados.
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O forro protege a cortina nos locais onde bate muito sol, além de evitar que o tecido mais delicado suje rapidamente em lugares com muita poeira ou poluição. Aqui, ele é de xantungue misto, e a cortina, de organza de seda com bordados de algodão. Projeto de Aline Cremonini.
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Se houver cadeiras ou mesas próximas da janela, a cortina tipo romana, que abre para cima, é a mais adequada, pois se limita a fechar a abertura do vão. Neste caso, fitas costuradas à cortina de linho permitem amarrar a peça em diversas alturas, deixando à mostra um belo jardim. Os pingentes conferem um charme extra. Projeto de Cinthia Liberatori e execução da
Arte Markante.
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A cortina precisava atender a muitas demandas: esconder a porta para a varanda, deixar passar a luz natural e conferir um ar romântico à sala do piano. A questão foi resolvida com organdi de algodão, compondo uma peça que forma um franzido leve. Parte do pano central fica solta e os lacinhos costurados no tecido permitem que ele seja enrolado e preso, originando uma abertura. Junto às alças, flores de seda fixadas com botões reforçam a atmosfera de delicadeza. O varão que sustenta a cortina de 3 m de altura é fininho e fica escondido na sanca. Projeto do ateliê de Silvia Rochat e Maria Inês Covolo.
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Para proteger a sala de jantar do forte sol da tarde, e ao mesmo tempo conferir ao ambiente um toque de luxo, mas sem excessos, uma persiana plissada (
Luxaflex) acompanha a cortina de seda fininha (
Safira Sedas), quase transparente. Mas o ponto de atenção são os três xales de seda de tom prata. Confeccionados com pregas do tipo macho, eles foram levemente encorpados com forros de flanela. No xale do meio, uma braçadeira feita de cristais (Lustres Antigos) semelhantes aos do lustre seduz pelo brilho. Projeto de Miriam Dalla Valle e execução do ateliê Tutti Belli.
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Na porta do tipo balcão, onde já existiam persiana e xale de linho, instalou-se uma cortina colorida que transformou a atmosfera comportada do lugar. A pedido da arquiteta Paula Abbud, a artista
Susana Uribarri reproduziu sobre a seda reta algumas figuras inspiradas nas pinturas de Beatriz Milhazes (execução da
Casa Mineira com tecido da
Donatelli). A outra, de organza com estampas azuis, foi comprada pronta. O pulo-do-gato foi adaptar os dois panos no trilho existente. Casando com os desenhos, móbiles de acrílico dos irmãos
Campana.
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A estética africana serviu de inspiração para a criação deste painel. Cada pano de organdi (2,50 m de altura por 1 m de largura) recebe uma barra larga (20 cm) de linho marrom nas laterais. A árvore foi bordada a mão com pespontos, e pedacinhos de casca de coco costurados ao longo dos ramos remetem aos frutos. Neste ambiente, a cortina fica à frente de uma porta de vidro e acabou virando um painel fixo, já que os panos são amarrados no varão de bambu, que fica suspenso. Para mais mobilidade, amarre os fios em argolas. Projeto de Marilda Brandão.
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Para esconder a caixa da persiana sobre a janela, a
Donatelli Serviços criou um modelo duplo, em que panos de voal de linho sobrepostos formam um jogo de tons. Pouco volumosa, a cortina, que vai até o chão, fica projetada à frente da esquadria e está pendurada no trilho suíço, preso no teto. A parte de trás é quase transparente e deixa passar a luz mesmo fechada. Os panos escuros são movimentados com graciosos puxadores de bambu (
Spazio Franccioli). Logo acima da barra, o bordado em ponto palito dá um charme extra.
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Feita de tela (fibra de vidro com PVC), a cortina romana translúcida (
Luxaflex) sobe suavemente, em camadas, deixando exposta a vista da lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. Como o sol é muito forte pela tarde, o modelo filtra a luz que entra no home office. A peça foi dividida em dois painéis de 1,50 x 2,30 m que podem parar em qualquer posição. Na manutenção, basta usar o bocal redondo do aspirador. Projeto de
André Piva.
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O vão de 8 m que divide a sala da varanda foi fechado com lâminas de linho (70 cm x 2,50 m), deixando um trespasse de cerca de 10 cm. Os painéis de gaze de linho bege ganham um contorno mais artesanal com a aplicação de pequenos canutilhos de madeira em toda a volta no ambiente de estar. O acabamento, além de valorizar a cortina, deixa o tecido mais pesado e, por isso, com melhor deslocamento nos trilhos suíços, que ficam embutidos em um vão no teto rebaixado de gesso. Projeto de Marco Antônio Gonçalves e execução da
By Floor.
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A neutralidade do branco foi escolhida para a cortina de flâmulas de gaze de linho (90 cm x 2,90 m, da
Oficina 2) nesta sala de jantar. Para adicionar uma pitada de cor, painéis amarelos, que podem ser deslocados em qualquer posição. Cansou? Basta mudar o tom ou a textura do tecido, sempre mantendo a transparência e delicadeza. A gaze, que traz aconchego, se sobrepõe ao rolô (
Uniflex), com película resistente à incidência solar, protegendo o ambiente de luz excessiva. Projeto de
Miguel Pinto Guimarães.
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A intenção era criar um espaço relaxante e com um quê oriental para o canto da TV. O sofá de estilo cama, com um colchão repleto de almofadas, soma-se à cortina de bambu (Decorativa) para completar o visual. Esse modelo torna a luz amarelada, agradável. Uma solução econômica e artesanal. Projeto do escritório Das Canoas.