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Todos os anos, o florista Mário de Almeida compra um pinheiro de quase 3 m de altura e o prepara com bolas de vidro, Papais Noéis e mais de 600 lâmpadas. Ele herdou os adornos da família e os preserva com o maior cuidado. No Dia de Reis, 6 de janeiro, a árvore é desmontada, e os enfeites, guardados em caixas até o próximo ano.
Tradicional
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O designer Renato Imbroisi queria uma árvore com uma cara bem brasileira e também utilizar uma planta que não precisasse ser descartada depois do Dia de Reis. Por isso, optou pela palmeira-fênix, espécie que se adapta ao ambiente interno. Os enfeites são círculos de piaçava trançada, feitos por um grupo de artesãos do litoral baiano.
Cara brasileira
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Na proposta das decoradoras Flávia Brito e Rebeca Borin, a árvore verde dá lugar a galhos secos, comprados no Ceagesp, SP, que exibem estrelas e bolas cobertas de espelho. O arranjo, de visual leve e atual, é formado por ramos dispostos dentro de um cachepô espelhado, sobre uma mesa normalmente usada como bar. Ao centro, o menino Jesus.
Arranjo contemporâneo
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A moradora quis frutíferas no quintal e, na decoração de festa, a romãzeira foi a escolhida para receber pedaços de tecidos coloridos, arranjos de lata recortada e lampadinhas. Os retalhos de algodão fazem referência ao jeito de enfeitar a casa para o Natal no interior do Brasil. Além disso, são uma idéia durável: depois de uma chuva, os panos secam ao vento e continuam bonitos. Paisagismo de Naya Retondini Carlos.
Romãzeira iluminada
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O móbile de anjos, criação de
Meire Akamine e André Simmank, faz o papel de árvore de Natal nesta casa. A leveza do arranjo de móbiles evidencia o apreço dos moradores pelo trabalho artesanal. O modelo, com 1,75 m de altura, é feito de papel, madeira e cordão.
Feito a mão
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Em vez do tradicional pinheiro, um galho seco, que ganha vida com delicadas flores de meia de seda e arame, feitas por um grupo de artesãs do Distrito Federal. A lata de tinta foi recuperada por um funileiro e, em sua borda, ficam palha de buriti e um presépio de biscuit.
Delicadas flores
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Em Porto Alegre, a designer
Heloísa Crocco reúne pequenos tesouros do artesanato para celebrar o fim de ano com um sotaque orgulhosamente brasileiro. Um belo exemplo disso é sua árvore de Natal: um galho de palmeira vindo de Minas Gerais substitui o tradicional pinheiro, e os enfeites são bichinhos e frutas de crochê, feitos por um grupo de artesãs do Distrito Federal.
Artesanato em alta
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O almoço de Natal do banqueteiro Toninho Mariutti é adornado com objetos dos mais diversos, que trazem ao ambiente o espírito natalino. As árvores estilizadas dão um toque de modernidade à tradição, e a guirlanda pendurada junto à janela complementa o visual.
Estilizadas
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Na ceia da chef Heloísa Bacellar, o sabor está até na árvore de Natal: no lugar das bolas, a árvore de metal retorcido ganhou biscoitos de chocolate e castanha.
Bolas ou biscoitos?
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Em apenas uma tarde, este quintal passou por uma transformação e se tornou um espaço agradável, com deque e pérgula, coberta com um tecido, para a família receber os amigos nas festas de fim de ano. Um cordão do tipo chuva de lâmpadas foi grampeado no madeiramento. Outros cordões, tradicionais, envolvem a palmeira e as duas bolas de luzes azuis. Projeto do paisagista
Ricardo Pessuto.
Natal no quintal