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A fachada deste sobrado se divide entre o branco e a pedra mineira filetada, em uma composição harmoniosa. A iluminação fica por conta de uma janela de vitrôs e de uma porta-balcão. O bambu, que resguarda a sacada do segundo pavimento, enche a construção de estilo. Projeto de Bela Gebara -
Gebara Conde Sinisgalli Associados.
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A fachada branca ganha um paredão com textura laranja como aliada. A casa, dividida em diversos níveis devido à inclinação do terreno, ganhou dois largos telhados, cobertos com telha de concreto, acompanhando o caimento do lote. Projeto de Ricardo Miura e Carla Yasuda.
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Linhas geométricas e sóbrias definem o visual contemporâneo desta casa. A inspiração para a face curva veio de uma câmera fotográfica – daí os ambientes sociais, bastante abertos, se reunirem nesse lado, onde a proposta é captar a paisagem da mata. Fendas abertas na lateral iluminam e quebram a monotonia das superfícies lisas e brancas. Projeto de Fernando Graça.
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Para ocupar com sabedoria o terreno estreito e comprido, a moradia se espalha na vertical: além dos dois níveis, térreo e primeiro piso, a cobertura também é aproveitada como terraço. A parede da frente, reta e branca, ganha embaixo e no alto a companhia de brises de madeira, que controlam a entrada do sol e, na porção inferior, escondem a área de serviço. Projeto de Paulo Filisetti, Nicolo Bierto e Yoo Na Kim.
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Painéis envidraçados, telhado escondido e uma piscina que avança sobre o penhasco arrematam o visual deste projeto, marcado pela arquitetura de traços retos e pela predominância absoluta do branco. Uma surpresa: em vez de alvenaria, as paredes foram feitas com blocos de concreto celular, material mais leve e rápido de trabalhar. Depois, foram pintadas de branco. Projeto de Luiz Carlos Almeida.
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Combinados com o branco, os materiais naturais dão harmonia à fachada e refrescam este refúgio no litoral. As telhas claras de cerâmica refletem a luz e o calor e deixam a casa fresquinha. Toras de eucalipto roliço com 50 cm de diâmetro servem de pilares, dando a sensação de que o telhado é ainda maior. Projeto de
David Bastos.
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Uma figueira centenária determinou a arquitetura desta casa em plena Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. A construção de linhas retas e cor branca cercou a árvore, que ergue-se imponente no centro da moradia. Projeto de Alfredo Brandi e Paulo Eugênio Andersen.
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Esta casa é nitidamente pautada pelos princípios do movimento moderno: formas simples, ausência de telhado, economia de traços e enfeites, coloração branca e predominância de vidro. Repare a brincadeira dos volumes: o bloco maior, no sentido horizontal, é contrariado por outro menor na vertical, a chaminé. Projeto de Ana Beatriz Campos.
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Os pilotis garantem a leveza à entrada desta moradia de inspiração modernista. Apesar de brancas, as paredes de alvenaria exibem um diferencial: são texturizadas e trazem linhas horizontais acima da sacada. Aberturas, linhas e guarda-corpo são predominantemente horizontais, reforçando ainda mais a referência moderna. Projeto de Adriana Haddad Ebel.
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A imponente casa de esquina exibe a fachada branca acompanhada de muxarabiês (painel quadriculado) e brises (aqui, uma grade com perfis metálicos horizontais). Assim, tira-se partido da luminosidade que vem da rua, mas sem devassar o interior da moradia. Projeto de Ninha Chiozzini e Renato Leão.
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Branco e vidro são os elementos marcantes deste projeto. No alto do terreno de um condomínio em Salvador, uma caixa com perfis de alumínio e vidros laminados com 10 mm permite a visão de jaqueiras, dendezeiros e cajazeiras. Na fachada, sobressaem ainda o muro de pedras e o piso de mosaico português. Projeto de Alexandre Feu Rosa.
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Aberta e clara, esta residência urbana tem algo das casas modernas. A janela de linhas retas deixa a fachada geométrica. Não há beiral, e o telhado está oculto pela platibanda. Parte das paredes e o muro receberam cobertura de pedra mineira filetada cortada em canjica. No restante, tinta branca. Projeto de reforma de Tatiana Gubeissi.
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Um toque de cor ao branco para dar um ar tropical a este projeto. As linhas geométricas e as paredes vazadas são a marca da moradia, dotada de aberturas pensadas para gerar correntes de ar refrescantes, já que a região em que se situa é quente. Projeto de
Luiz Fernando Rocco Arquitetos Associados.
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Esta construção exibe cinco meios-níveis e é engenhosamente encaixada numa clareira. A cor branca acentua as linhas retas e o jogo de volumes da moradia, que ainda tem piscina em forma de raia. Projeto de
Giovani Bonetti/Marchetti+Bonetti.
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Aqui, a proprietária pediu branco total: nas paredes, nas esquadrias e no portão de ferro automático. Numa linguagem contemporânea, o jardim traz piso de ardósia e grama, integrando-se à área social. Projeto de Fernando Poralla, com assessoria de Marco Taralli.
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Estilo típico do nordeste dos Estados Unidos, o colonial americano guiou este projeto. Assim, o branco predomina na construção. O telhado apresenta 45% de inclinação é outra característica marcante desse estilo. Projeto de George Mills, com colaboração de
Giane Eduardo.
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Inspirada pelo estilo do célebre arquiteto americano
Richard Meier, esta moradia é pródiga em formas retas, aberturas envidraçadas e paredes brancas. Sem risco de cair na monotonia, a fachada alva brinca com texturas diferenciadas. Sobrepor planos e intercalar varandas ajudou a disfarçar a altura da construção, que conta com cinco pavimentos. Projeto da
Rocco Associados.
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Pinçados do movimento art decó, do início do século 1920, as paredes curvas e os grandes vidros foram executados com tecnologia contemporânea. A fachada principal, repleta de formas geométricas, contrasta o branco em relação às pedras e abriga a garagem. Projeto de
Mônica Drücker.
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As formas puras da moradia, coerente com os princípios da escola modernista, são valorizadas pelo branco, presente nas esquadrias de alumínio e em toda a alvenaria. Uma parede de canjiquinha atravessa a construção e compõe elementos como a lareira, voltada tanto para o exterior como para o lado interno da residência. Projeto de
Alessandra Pires e Carla Barranco/A1 Arquitetura.
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Repare como o predomínio do branco na fachada deste sobrado reforça a sensação de luminosidade e amplitude. A cor aparece nos tijolos aparentes, agora cobertos com tinta, e também nos acabamentos, como o piso de mosaico português. Projeto de René Fernandes Filho e Adriana Rossi.
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Esta casa de formas geométricas e aparência fechada preserva a intimidade dos moradores, sem abrir mão da proximidade com a paisagem exuberante. A madeira utilizada em janelas e portas confere um ar mais acolhedor à fachada introspectiva. Projeto de
Gustavo Penna.
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Linhas limpas, predominantemente horizontais, garantem aparência sólida à casa. A construção também se destaca por sua imponência, resultado dos blocos geométricos de dimensões generosas. O uso de vidro garante o máximo aproveitamento da rica vegetação em torno da moradia. Projeto de
Sidonio Porto.
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Reta e sem telhados, como uma escultura leve e transparente, esta casa minimalista é toda branca, revestida de textura feita na obra. O propósito das esquadrias de alumínio e das grandes cortinas de vidro laminado é, ao mesmo tempo, permitir a entrada de luz natural e fazer com que se veja a mata nativa de araucárias que cerca o terreno. Projeto de Fernando Iglesias.
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Esta casa, de traços modernos, é suspensa por uma estrutura de jatobá que emoldura os caixilhos e fechada por alvenaria pintada de branco. A cobertura é de telhas metálicas com recheio de espuma de poliuretano que oferecem um bom conforto térmico. Projeto do escritório Uma Arquitetos.
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As linhas retas, os grandes vãos e os panos de vidro desta casa não negam: trata-se de um exemplar autêntico da arquitetura modernista. As amplas aberturas envidraçadas refrescam os espaços internos. Aqui, as paredes são revestidas com uma massa texturizada branca. Projeto de César Barney.