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A lareira é parte integrante do imóvel e a parede original foi nivelada com massa corrida para receber o acabamento em placas de travertino romano bruto (Lesec) intercaladas por frisos de 1x1 cm. Uma peça de latão com tela de ferro impede que possíveis fagulhas cheguem ao chão. Projeto da arquiteta Maria de Fátima Sastre.
Proteção a mais
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O frontão de peroba de demolição (Móveis Tretel) é composto por tábuas de 1 m de extensão e 2 cm de espessura, passando a impressão de que a lareira está embutida na parede. A cantoneira de aço inox (Ketesi) resguarda a madeira e atende o desejo do arquiteto Gustavo Motta de uma decoração rústica e moderna ao mesmo tempo.
Na medida certa
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A arquiteta Renée Sbrana reformou esta lareira. Ela fica em uma parede chanfrada e tem frontão de MDF da mesma cor. A cantoneira de inox (Galeria dos Metais) ao redor da boca (70 x 50 cm) protege o frontão do fogo. A TV de plasma fica a uma distância segura do calor do fogo. No piso, tinta epóxi (Suvinil) para facilitar a limpeza das cinzas.
Relax nas alturas
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O arquiteto carioca José Ripper Kós optou por um modelo pré-moldado (Chauffage) e ergueu uma caixa de alvenaria à sua volta. "O kit sai mais barato e evita problemas", afirma. Usada como divisória entre a sala de jantar e a de estar, a peça se destaca pela chaminé de inox (Funilaria Calixto).
Kit personalizado
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Esta lareira paulistana de concreto aparente, criação dos arquitetos Ovídio Rotger Armelin e Leda Bresciani, despreza as formas tradicionais, mas mantém os itens que garantem o bom funcionamento. O bloco suspenso faz as vezes de coifa, e a chaminé de aço-carbono é composta de módulos de 1 m, vendidos em lojas de lareiras e soldados na instalação.
Calor e ousadia
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Esta lareira ocupa o lugar do antigo jardim-de-inverno e a abertura da clarabóia foi aproveitada para a chaminé pelo designer de interiores Francisco Cálio. O acabamento é em mármore crema marfil, mesmo material do piso. Um duto a 80 cm da parede evita a propagação do calor, para proteger a TV de plasma instalada logo acima da lareira.
Tela fria
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Canaletas de ipê em formato meia-cana, com sarrafeamento na alvenaria (trabalho artesanal executado pelos marceneiros Dalmo e Dário), destacam o volume desta lareira paulistana assinada pelo arquiteto Mario Gallo. Como base, o profissional usou um modelo pronto de aço galvanizado, revestido internamente de tijolos (Construflama). A boca recebeu moldura de granito apicoado.
Listras de madeira
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O arquiteto Eduardo Brandileone, de São Paulo, utilizou o mesmo material - tijolos refratários - no kit da lareira (Construflama) e no acabamento externo. Os tijolos foram assentados de perfil, formando uma espécie de canjiquinha. A grelha na câmara de fogo também vale-se do truque, com peças elevadas compondo canaletas que facilitam a limpeza das cinzas.
Material valorizado
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Duas lareiras - uma voltada para o interior, outra para o exterior - parecem ser uma só. Porém, elas têm caixas de queima e saída de fumaça individuais, que desembocam no mesmo duto. No projeto da arquiteta Flávia Ralston, o duto é coberto de mosaico português. As duas bocas tiveram o revestimento interno de tijolos refratários brancos estendidos às bordas.
Dupla face
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A TV de plasma fica a 50 cm da lareira, embutida na estante de linheiro,projeto dos arquitetos Antônio Ferreira Jr. e Mário Celso Bernardes. Uma manta de lã de vidro entre o duto e a alvenaria que apóia as costas da TV reforça o isolamento térmico.O móvel (Marcenaria Sergio Dom) conta com prateleiras ao lado do painel principal, mede 5,50 x 2,70 m.
Prevenção contra riscos
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Estar e jantar integram-se em quase 80 m2,fechados por vidro temperado laminado 8 mm (Vitrage).A lareira (Construflama) é igualmente grande: boca de 1,50 m de largura e 0,70 m de profundidade. É forrada de tijolos refratários e o resto da estrutura combina alvenaria e concreto.
Projeto grandioso
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A lareira no terraço da casa em São Paulo funciona como uma fogueira: não é capaz de aquecer o ambiente todo, mas garante o conforto térmico das pessoas ao redor. No projeto do arquiteto Marcio Kogan ela é instalada no muro de pedras-domato (Bizarri) e leva dentro tijolos refratários cortados em tiras de 3 x 25 cm.
Diferença em detalhes
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Nesta casa em Gramado, RS, a lareira destaca-se entre os janelões da sala. É uma peça pré-fabricada, com abertura de 1 m de largura. Ela fica embutida num módulo com 5 m de extensão, de tijolos aparentes, que forma a base para a TV. Projeto do arquiteto Paulo Cesar Filho.
Calor reforçado
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Antes, tijolos aparentes; depois, um painel (1,10 x 3 m) de concreto revestido de pedra-luminária cortada no formato canjiquinha. Sob o painel da lareira, uma base de madeira baixinha, com 20 cm de altura e 40 cm de profundidade, que acomoda objetos e vasos. A arquiteta Pepita Vidal é responsável pela reforma.
Estética reformulada
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Os tijolos refratários no interior desta lareira foram pintados de preto com um spray resistente a altas temperaturas (Colorgin), opondo-se ao piso de mármore branco. Até chegar ao telhado, o duto (40 cm de diâmetro) parte do térreo e percorre todo o pé-direito do segundo andar. No projeto de Ana Maria Vieira Santos,a lenha fica em uma prateleira de granito suspensa por tirantes.
Contraste de efeito
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Por fora, um visual clássico, com frontão de granito preto absoluto (Lesec) e madeira laqueada. O acabamento, porém, faz par com uma moderna lareira a gás (LCZ Lareiras) livre de duto de exaustão. "O pé-direito generoso [8 m] e os 56 m2 da sala garantem um bom nível de oxigênio", afirma a arquiteta Paula Mattar, de São Paulo.
Tradicional só na aparência
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A caixa de vidro temperado 18 mm esconde entre os pedriscos uma imperceptível base de concreto e deixa reinar absoluta a lareira do tipo filete (Construflama), modelo com queimadores que geram labaredas em linha reta. Instalada em um ambiente de 40 m², ela dispensa exaustão, neste projeto da arquiteta Heloisa Dabus.
Efeito visual
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Lareira e aparelhos do home theater ficam no mesmo módulo (3 x 2,85 m) - um painel de concreto revestido de freijó escurecido -, separados por apenas 30 cm.O modelo a gás (Construflama) foi eleito pelas arquitetas Alessandra Pires e Carla Barranco, de São Paulo, para evitar fumaça no andar de cima.A tela embutida apóia-se numa estrutura de alvenaria de 10 cm.
Sem fumaça
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A arquiteta Clarissa Strauss coordenou a ampliação da varanda acrescentando uma lareira. O modelo a gás foi escolhido porque uma chaminé não poderia ser colocada, já que o quarto do casal fica acima do terraço. A parte superior, que parece esconder a coifa, na verdade é apenas uma caixa de alvenaria.
Terraço quentinho!
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Neste projeto do arquiteto João Armentano, a lareira (1,20 m de largura x 0,70 m de profundidade) é emoldurada no painel de limestone (3,50 m de altura x 2,40 m de largura), que se destaca da parede revestida com lâminas de nogueira. O interior da lareira é de tijolo e argamassa revestidos e o apara-chamas é de vidro 20 mm.
Destaque no painel de pedra
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A lareira (kit da Largrill) de chapa metálica dupla fica encaixada na parede de alvenaria que divide sala de escritório, e aquece ambos os ambientes. O duto de exaustão é aparente somente na sala, no escritório há uma prateleira. A pintura foi feita com tinta esmalte fosca para alta temperatura. O projeto é dos arquitetos Luiz Vasconcellos Junqueira e Fernando Vázquez que alertam que a coifa não pode ultrapassar a base em 50 cm, para a fumaça não voltar.
Caixa metálica
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Na praça idealizada pela paisagista Gigi Botelho, as piras compõem-se de cachepôs de aço galvanizado (40 cm de diâmetro e 30 cm de altura) e pedras portuguesas. "Decoram e valorizam o jardim", afirma ela. O kit da LCZ (tocha, sistema de acionamento automático e válvula de segurança eletrônica) vale R$ 700.
Piras de aço
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A lareira de 1,40 m de diâmetro e 0,40 m de altra tem base de alvenaria revestida por pedras vulcânicas negras (Asiapedras). Assinada pelo arquiteto paisagista Alex Hanazaki tem no interior 50 kg de seixos verde-claros. O kit completo vem com tocha, sistema de acionamento automático e válvula de segurança eletrônica.
A céu aberto
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A lareira é de aço inox (1,40 m de diâmetro por 0,40 m de altura) e não possui coifa, pois o lounge onde está localizada possui aberturas laterais. O interruptor para acionamento automático fica embaixo de uma régua removível do piso. O equipamento completo da Construflama (caixa de inox, tocha, válvula de segurança, pedras vulcânicas) sai por R$ 6 500.
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O arquiteto paulista Gustavo Motta revestiu a lareira de peroba de demolição, com réguas de 2 cm de espessura cobertas com verniz semifosco (Móveis Tretel). Para finalizar, colocou-se a cantoneira de aço inox fosco (Ketesi). A medida da boca da lareira é de 0,60 x 0,49 m. A largura total, 1 m.
De madeira
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Esta lareira já existia, mas era de pedra. Na reforma, foi mantida a estrutura e colocado novo acabamento, de chapas de alumínio recheadas com (Reynobond 4 mm, da Alcoa, montado pela S. Naldi). A capa fica presa a uma armação metálica parafusada na parede. A base é de mármore marrom imperial. Execução: Carlos Nakazato.
Capa de alumínio
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A lareira é esta bancada de concreto (com 5,73 x 0,77 x 0,10 m) com 15 saídas de fogo entre os pedriscos. No projeto de Vasco Miguel Lopes, há um pequeno aquecedor a gás, cuja tubulação sai da cozinha (conectada ao registro que alimenta o fogão) e é embutida no rodapé e no piso da sala. Uma coifa oculta na sanca de gesso acima da bancada aproveita a chaminé do edifício. O ambiente tem 29 m².
Lareira oculta
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Esta sala tem 49 m² e se integra a um ambiente de 65 m² com pé-direito duplo. Por isso, a arquiteta paulista Rita Müller usou o maior kit pronto da Construflama, com 1,26 x 0,85 x 0,60 m. Impermeabilizado com resina Fuseprotec (Fusecolor), o frontão foi feito na obra. Mesa Arredamento; tapete By Kamy.
Caixa grande