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O jornalista André Ferreira, de 31 anos, é corinthiano desde pequeno. Discreto, ele não podia deixar de homenagear seu timão e comprou um vinho com rótulo do time. "É o vinho do timão! Não sai da minha sala", diz.
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O empresário Kayan Fonseca Tiepolo, de 24 anos, tem um apartamento em São Luis do Maranhão que mais parece um santuário do Corinthians. Na mesa de trabalho, a toalha, o mouse pad e a tela de fundo do notebook são do timão. Ele mora sozinho. "O pessoal daqui fala que sou maluco", conta.
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O jornalista André Ferreira, 31 anos, possui um cartaz do filme "Mazzaropi Corintiano" em casa. Mas seu sonho mesmo é ter a imagem de São Jorge na parede da sala. Em casa, todos torcem para o Corinthians. Os amigos de outros times queriam arrancar o cartaz da parede. Mas André avisa "podem até mudar tudo, só não vão conseguir mudar uma coisa: meu coração. Corintiano é sempre corintiano, na vitória e na adversidade".
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André Ferreira é jornalista. Na porta do quarto, possui um cartaz com a escalação do timão de quando foi tetra campeão brasileiro, em 2005. "Fica para todos que nos visitam verem a glória desse time", conta.
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Na casa da empresária Sonia Diniz, todas as refeições são feitas sobre a toalha de mesa do timão. Casada e mãe de um filho, ela tem desde solteira uma caneca do corinthians que não empresta para ninguém. "É o meu xodó", conta.
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O engenheiro eletricista Orlando Luiz dos Santos, de 47 anos mora com a esposa e a filha. Em casa, todos torcem pelo timão. Presente da filha Bonnie, a bandeira fica na mesa de trabalho de Orlando. "A paixão pela minha filha e pelo meu time estão juntos nessa bandeira", explica.
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O estudante Thiago Benice, de 16 anos, tem em seu quarto bandeiras e quadros do Corinthians. Elas ficam na parede de trás da televisão e do computador. "Tenho muito orgulho do meu time", vibra.
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Na parede do quarto do estudante Saulo Mota, de 14 anos, a prateleira foi ornamentada com sua coleção de adesivos do Corinthians.
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O estudante Cesar Augusto de Almeira, de 15 anos, mora em São Bernardo do Campo e monta um altar com velas e símbolos do Corinthians em dias de jogo. "Eu e minha família rezamos para dar sorte ao timão", conta. Em dias normais, o móvel da sala continua com a toalha do time, mas fica sem velas.
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O lojista José Romão Sampere, dono da loja Calçados Romão, é famoso por seu corintianismo roxo. Sempre que os negócios permitiam, ele se aventurava no ataque das partidas amadoras de futebol e garante ser artilheiro: "Já marquei mais de 4 mil gols". A porta de seu apartamento é de madeira e tem o símbolo do timão esculpido e envernizado.
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"Meu nome é Laís Henrique tenho 15 anos, sou fanática pelo Corinthians... Aqui em casa minha mãe e minha irmã são São Paulinas, e minha outra irmã e meu sobrinho também corinthianos, mas eu sou mais torcedora. A que assiste jogos sempre, a que acompanha o clube. Aqui na minha cidade (Campo Grande - MS) eles já jogaram uma vez esse ano, mas infelizmente eu não pude ir, e na, segunda vez que eles viriam, o jogo foi cancelado. Fiquei extremamente triste com isso... Eu iria realizar meu sonho de ver o Corinthians jogando, pessoalmente".
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Ricardo Vidal mudou de cidade (de São Paulo para Belo Horizonte), mas não abandonou o time. Ele expõe na nova casa todos os objetos que demonstram seu interesse pelo Corinthians.
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Ricardo Vidal, que tem mais de 30 camisas do Timão, não gosta de ser chamado de louco - a não ser que seja "louco pelo Corinthians". Em Belo Horizonte, onde mora agora, ele assiste aos jogos com a torcida Fiel BH.