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Esta é a parede do escritório de Emmerson Maurílio, assessor de comunicação do Atlético e responsável pelo projeto
Galo Digital, um centro de memória do Atlético Mineiro.
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Na Casa de Bruno Tostes, todo mundo é atleticano. Por isso ele não tem problemas em ter a bandeira do time atrás do sofá. “Mas que cruzeirense fica acuado quando chega lá em casa, fica!”, garante o coordenador de eventos do Minas Clube.
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Galo, bandeira e copos na sala de Bruno Tostes, de Belo Horizonte. A família não só gosta, como tem muito orgulho da decoração de sua casa.
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Outro canto especial para o Atlético na casa do mineiro Bruno Tostes, 30: canecas, copos, barquinhos e muitos galos na prateleira do quarto.
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Alexandre Hermógenes e o pai são atleticanos. Já a mãe, diz ele “escolheu o lado errado da lagoa pra torcer...o lado azul”. Mesmo assim, ele não tem problemas em ter o time espalhado pelo quarto. “Muita gente acha a bandeira legal. Mas a cara de surpresa quando entram no quarto é evidente no caso de algumas pessoas”, explica.
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A coleção do arquiteto
André Amaral começou em setembro de 2007, mas já está com 23 galos. “Quem teve a idéia de começar a colecionar galos foi meu pai, muito atleticano. Infelizmente ele faleceu, mas eu herdei a coleção e resolvi continuá-la”, explica. Ele é de Pará de Minas.
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O jornalista Igor Assunção é requintado. Não queria pintar a casa de preto e branco, mas mesmo assim encontrou um jeito de colocar o amado galo em casa. Ele decorou a sala com o galo de prata no aparador e o quadro do artista Fernando Pacheco, que ganhou da esposa e dos pais.
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Mesmo com o pai e a maioria dos tios e primos cruzeirenses, Vitor Campos virou atleticano. “Tinha uma época que achavam que ainda podiam mudar minha opinião sobre o time, mas já se acostumaram”, diz.
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Tem Galo de todo lado no escritório da casa do bibliotecário Flávio Dantas.
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Mais chaveiro do que molho de chave na casa do bibliotecário Flávio Dantas. Mas se tratando de atlético, nunca é demais!
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Cama do estudante Raphael Alpoim. Ele ainda mora com os pais (também atleticanos), mas “quando cruzeirenses entram no meu quarto eles ficam espantados com o meu fanatismo!”, conta.
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O estudante Raphael Alpoim tem muita sorte com a decoração time: os pais o presenteiam com coisas do time - do computador, aos padres e copos do galo.
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Sou torcedor fanático do Atlético-MG (GALO!) e envio a foto da minha estante com uma das coleções que tenho de diversos artigos do Galo. Rafael Monteiro.
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Mando também a foto do meu cachorro que se chama Petkovic (em homenagem ao meia sérvio do Galo atualmente) e também é atleticano de coração! Rafael Monteiro.
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Para Guto de Moura, o Atlético está em primeiro lugar.
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"É Galo sempre, paixão sem limites", diz Guto de Moura.
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Gleison Fernandes de Castro não teve medo de colorir uma das paredes com a cor preta. Ele também pintou um galo preto e branco.
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Até no teto no quarto de Gleison Fernandes de Castro, tem um distintivo do Atlético - é a primeira coisa que ele vê quando acorda.
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No Sítio Confins, até a piscina tem formato do escudo do Galo. A foto foi enviada por Ana Paula.
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O torcedor Marcelo Botelho Massimo está entre os número 1 entre os amantes do Galo. Na casa dele, é assim que a galera almoça.
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Toda a marcenaria da casa de Petrônio Lanare de Paula foi feita sob medida para guardar sua coleção.
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Petronio Lanare de Paula fez estante em forma de pirâmide em que guarda sua coleção de galos. À noite, iluminação embutida faz efeito especial.
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"Este é meu santuário. Atualmente ocupa um amário do meu quarto por morar com meus pais e ser filho de torcedor do América-MG. Mas este santuário ganhará um cômodo só para ele assim que eu me mudar para minha casa no ano que vem", Gustavo Duffles.
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"Segue estante do meu quarto com motivos alvinegros.". Paulo Milagre.