Todo o amor de 3 arquitetos pela cidade de São Paulo: #fuiparaspelembreidevc
Exposição em São Paulo traz desde peças brutas de obras até objetos feito com tecnologias digitais
Clara Vanali
Desde que saí do interior e vim para a capital, eu não me imagino mais sem São Paulo. Por isso, não foi difícil compreender o sentimento que Guto Requena, Maurício Arruda e Marko Brajovic demonstraram pela cidade na exposição inaugurada na última terça-feira (26) na galeria + Coletivo Amor de Madre. A paisagem urbana, a identidade traduzida pelos habitantes, a experiência de vivenciar o caos e a beleza nas ruas, feiras livres e antiquários da cidade, fizeram os 3 profissionais reunirem sensações em instalações e peças carregadas de emoção, criatividade e claro, muito amor. A mistura do material bruto com objetos produzidos com tecnologia digital você confere na galeria de fotos da exposição abaixo:
@felipemorozini
Os três arquitetos responsáveis pela exposição #fuiparaspelembreidevc
Pílulas bem-humoradas, que trazem palavras diversas, incentivam os cidadãos a perderem o medo da cidade, a andarem a pé e aproveitarem as possibilidades trazidas pela cidade. A da foto é a pílula medo, que sugere uma percepção amigável do entorno.
O trabalho acima propõe transformar objetos cotidianos, como uma porta e uma persiana, em luminárias. Ao mesmo tempo, brinca com o real e o imaginário. A mesa feita de mármore e granito descartado de demolição sugere discute como o resíduo pode voltar a ser material nobre.
A cadeira Nóize, desenvolvida pelo estúdio Guto Requena, é fantástica. Ela foi concebida digitalmente – por meio de uma máquina de impressão 3D - pelo som das ruas de São Paulo, mais especificamente das regiões do Grajaú, Cidade Tiradentes e Santa Ifigênia.