Iluminação para quarto de casal: 22 ideias charmosas
Acerte na iluminação para garantir aconchego e bem-estar no quarto de casal
Por Helene Zaro Koller
A iluminação é um fator fundamental para garantir aconchego e bem-estar em toda a casa. Quando se fala do quarto, essa questão se torna ainda mais evidente: é preciso garantir que o projeto atenda os desejos do casal - é possível que um goste de ler, enquanto o outro prefira dormir, pode-ser querer uma iluminação especial nas cabeceiras ou em nichos que guardam objetos queridos ou ainda foco para facilitar o acesso a armários. Descubra entre estas 22 charmosas ideias de iluminação para quarto de casal qual delas atende as suas necessidades. Não sabe por onde começar? A escolha do abajur é um bom princípio. Para ajudá-lo, selecionamos 10 modelos de abajures calorosos.
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Neste quarto de 22 m², a iluminação valoriza a atmosfera. Ela foi embutida em um pórtico de gesso que funciona como uma moldura ao redor da cama, forrada de couro sintético. Observe que as laterais receberam rasgos de 57 cm x 1,10 m de altura que embutem lâmpadas fluorescentes, que produzem uma luz difusa. Na parte superior, duas dicroicas ajudam a destacar os rebaixos dos quadrados do painel. Para a leitura, o casal conta com as luminárias Archimoon K (à esquerda) e Ara, ambas de Philippe Starck. Projeto de Marcelo Rosset.
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Nesta suíte, há três principais focos que se equilibram e harmonizam. O plafon garante luz geral ao ambiente. Como os moradores gostam de ler na cama, sobre a cabeceira foram instalados dois micro-spots direcionáveis, que acendem de forma independente. Para arrematar, cada criado-mudo abriga um abajur. Projeto de Alice Martins e Flávio Butti.
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Suspensos sobre os criados-mudos, estes pendentes não ofuscam a visão, criam um lindo jogo de sombras na parede e, de quebra, permitem a leitura na cama. Em cada lado dela, por sinal, há um interruptor dimerizado. Outro detalhe de efeito reside no spot direcionado para a cortina clara, que tem sua imagem refletida pelo grande espelho. Projeto de Liana Nogueira Ortega e projeto luminotécnico de Ana Moraes.
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Nesta suíte de 13 m², as prioridades foram reservar espaço para exibir as esculturas do casal e instalar luz adequada para leitura. Um projeto de marcenaria com iluminação planejada resolveu o problema. Nichos com dicroicas acomodam objetos nas laterais da cama. Fixadas na estrutura de madeira, arandelas com braços extensores de aço escovado e corpo de vidro fosco são ligadas quando os moradors desejam ler. A iluminação geral é feita com lâmpadas eletrônicas de cor amarela. Projeto de Noemi Yasuraoka.
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A iluminação desta suíte numa casa de praia tira partido de detalhes que fazem a diferença. A parede atrás da cama recebeu uma canaleta embutida na marcenaria com fluorescentes, que dá destaque à textura do revestimento de palha e aos objetos decorativos. Como complemento, nichos laterais têm dicroicas embutidas. Projeto de Ana Maria Vieira Santos.
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A iluminação foi fundamental para produzir uma atmosfera aconchegante nesta suíte de 25 m². Spots com dicroicas foram embutidos no forro de gesso e fornecem iluminação dirigida, formando um interessante jogo de luzes que mescla fachos abertos e fechados. Sobre os criados-mudos, luminárias articuladas de alumínio com lâmpadas incandescentes favorecem a leitura. Projeto de Fernando Piva.
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Como a suíte de 9,60 m² era pequena, os arquitetos sugeriram incorporar a área do quarto anexo, criando um closet em L de 8 m². Os armários são iluminados por spots com dicroicas. Fora essa iluminação, o quarto conta com um ponto central que recebeu um plafon com duas lâmpadas. Sobre a cama, foram colocados dois micro-spots direcionáveis que fornecem luz focada para leitura. Há ainda duas luminárias articuladas sobre as mesas de cabeceira. Projeto de Alice Martins e Flávio Butti.
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Neste quarto elegante e amplo, a luz natural é filtrada por leves cortinas de seda, que arrastam no chão. Tomadas e interruptores saem da parede do fundo e foram instalados no biombo de wengé, que fica afastado 10 cm dela. Além dos spots embutidos no forro, as luminárias sobre os criados-mudos asseguram foco para a leitura na cama, enquanto a luminária de chão garante boa iluminação na poltrona. Projeto de Fernanda de Castro Marques e Sandra Picciotto.
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Para valorizar a cabeceira da cama do tipo box, criou-se um painel de madeira revestido de couro ecológico branco. No nicho que se forma no meio, a luz embutida proporciona um clima mais intimista ao ambiente. Projeto de Marcelo Rosset.
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Para dar leveza aos traços da cabeceira de madeira ripada, optou-se pela instalação de uma caixa de gesso, com um nicho logo acima dela. Além na luz embutida nesse nicho, spots direcionam seu foco de luz sobre os criados-mudos, evidenciando os gostos de cada morador: de vidro, uma das mesas-de-cabeceira exibe objetos modernos, de aço escovado, enquanto a outra, de madeira, apoia flores e livros. Projeto de Flávia Portela.
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Neste quarto, a iluminação embutida no forro conta com o auxílio de uma ideia diferenciada: bem em frente ao armário com portas ripadas de imbuia, um rasgo na laje do piso (10 x 10 cm) embute lâmpadas halógenas. Uma espécie de gelatina serve como revestimento e garante uma luz amarelada. Um vidro temperado de 10 mm recobre o nicho. Repare ainda no abajur, que possui cúpula de tecido no mesmo tom da cabeceira estofada e revestida de seda. Projeto de Gui Mattos.
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Neste quarto, as laterais da cama contam com luminárias articuladas, que projetam luz para baixo e com foco direcionado. Modelos como estes permitem movimentar a cúpula para cima, para baixo e para os lados. Repare que, fixas na parede, as luminárias liberam espaço nas mesinhas, enquanto a iluminação indireta no forro não atrapalha quem está na cama. Projeto de Paula Neder e Alexandre Monteiro.
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Apaixonado por cinema, o casal de moradores queria realizar o luxo de ter um sistema de home theater para assistir a filmes sem precisar sair do quarto. Para tanto, foi preciso cuidado ao planejar a iluminação e a disposição dos aparelhos. Arandelas de apoio com dimmers calibram a luminosidade para as sessões. Quando a vontade é de ler, a luminária de chão garante o foco na poltrona, e as luminárias sobre os criados-mudos, na própria cama. Projeto de Clarissa Strauss.
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Na reforma do apartamento, o cômodo da empregada e parte da área de serviço viraram closet e banheiro, separados do quarto por paredes espelhadas e portas de correr. O forro embute spots, e a parede da cabeceira exibe uma luminária de foco direto. Românticos abajures completam o visual. Projeto de Adriana Parente e Denise Rocha.
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Como o banheiro da suíte não tem janela, ele ganhou vidro duplo com persiana no meio, para que a iluminação do quarto chegasse até ali. Além de spots embutidos no forro, a luminária de traços retos é uma aliada no momento da leitura. Projeto de Ricardo Umada.
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Este quarto busca reproduzir a atmosfera aconchegante de um quarto de hotel europeu: por isso, a opção pelo azul-escuro na parede de cabeceira, enfeitada com as arandelas herdadas da avó da proprietária. A luz geral fica a encargo do ponto central, um ventilador de teto com pás diferenciadas, e abajures complementam a iluminação. Projeto de Aurélio Martinez Flores.
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Aqui, os espelhos ampliam o espaço e multiplicam a luz dos spots embutidos e dos nichos iluminados. Uma placa de MDF instalada a 12 cm da parede foi revestida de espelhos com acabamento bisotado e, por trás do painel, a iluminação com lâmpadas fluorescentes traz um clima intimista. Projeto de Patrícia Anastassiadis.
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A planta de 20 m² era irregular, com um dente na parede mais larga do quarto. Para tirar partido da geometria e atender o desejo do casal, que pedia muitos armários, foi projetado um closet nesse vão. O vidro translúcido dá leveza visual ao armário, iluminado por lâmpadas dimerizadas ocultas num rasgo do forro. Além da boa luminosidade natural, o quarto conta ainda com luminárias nas cabeceiras, uma luminária de chão, que garante foco à leitura na poltrona Charles Eames, e luz central. Projeto de Paula Neder e Alexandre Monteiro.
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Neste projeto, a cama ganhou pintura e encosto almofadado de seda. Para dar a sensação de amplitude, recorreu-se ao truque dos espelhos dispostos nas laterais. Assim, os abajures sobre as mesas-de-cabeceira, com pés de acrílico e cúpulas de tecido, têm sua imagem e luminosidade duplicadas. Projeto de Cinthia Liberatori.
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O quarto de 23 m² exibe nichos iluminados por spots na parede, realçados pelo acabamento de carvalho. Neles acomodam-se peças de arte e criados-mudos. A mesma madeira emoldura a cabeceira de couro, sobre a qual pendem luminárias articuláveis que ajudam na hora da leitura. Projeto de Mara Chap Chap, Ni de Barros Barreto e Marta de Sá Oliveira.
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Nesta suíte de 50 m², as tradicionais janelas foram substituídas por panos de vidro que garantem a profusão de luz natural. Sem portas, o acesso ao banheiro é feito pelas laterais do bloco de alvenaria com 40 cm de espessura. Com iluminação indireta, o nicho (2 m x 40 cm) tem profundidade de 25 cm para acomodar livros e pequenos objetos. Para complementar a iluminação, uma luminária articulável se apoia sobre a mesa Saarinen. Projeto de Claudia Veloso e Carla Marçal.
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Um painel de madeira substitui a cabeceira tradicional neste quarto de casal. A marcenaria pintada de branco conta com um nicho sobre a cama de 8 cm de profundidade com dicroicas embutidas. De formato inusitado, a luminária lateral dá um ar descontraído ao ambiente. Projeto de Fernanda Marques.
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