Oito exemplos de boa iluminação na cozinha

Aprenda, com oito cozinhas bem iluminadas, a usar o tipo certo de lâmpadas e fazer o seu trabalho render.

Edição Danilo Costa

Em locais de trabalho, como cozinhas e lavanderias, a iluminação uniforme evita a fadiga dos olhos. Para bancadas, indicam-se lâmpadas com excelente fidelidade na reprodução de cores (IRC), que atinjam um índice mínimo de 84%. Isso é importante para que você possa identificar as tonalidades exatas dos alimentos na fase de preparo. As incandescentes (entre elas, as dicroicas) são as campeãs nesse quesito. Na seleção da coifa, vale o mesmo tipo de iluminação, mas com lâmpadas mais potentes, a partir de 50 w. Quanto ao pendente sobre mesa de jantar, respeite a distância entre 0,90 e 1 m do tampo. Ao escolher a maioria das luminárias, convém optar por modelos com tampas ou cúpulas removíveis, que facilitam a remoção da gordura.

Divulgação
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<p> Nesta cozinha carioca, os lighting designers Carlos Fortes e Gilberto Franco alocaram simetricamente as luminárias no forro. Sobre a área do fogão, usaram dicroica de 50 w e 3 mil k. “Essa temperatura torna a comida mais apetitosa devido ao alto índice de reprodução de cores”, justifica Carlos. Sobre as demais bancadas, adotaram halopin de 60 w porque buscavam um efeito difuso na área de trabalho. Nos armários, reentrâncias na parte inferior trazem lâmpadas xenon num perfil métalico. Produtos da Lumini e arquitetura de Arthur Casas.</p>
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