Apartamento pequeno: integração fez render os 43 m²
Áreas integradas, móveis sob medida e revestimentos claros dão a sensação de que o flat é maior do que a fita métrica aponta
Texto Daniella Grinbergas | Reportagem Visual Fernanda de Castro Lima e Bianca da Silva Pereira (colaboração) | Fotos Marcos Lima
Áreas enxutas podem ser dribladas com união de cômodos, mobiliário funcional e truques decorativos”, ensina o arquiteto Renato Andrade, que, em parceria com a sócia Erika Mello, reformou este flat em São Paulo.
Como o arquiteto decidiu derrubar as paredes
A cozinha fechada dava para um hall, espaço desperdiçado. A lição pisada e repisada por Renato entrou em prática: a alvenaria veio ao chão e os ambientes acabaram crescendo – os profissionais conseguiram, inclusive, um cantinho para a lavanderia, até então inexistente. Em prol da unidade visual, as paredes receberam tons neutros, e o piso, tacos de cumaru. “A madeira aquece e é ideal para quem gosta de andar descalço”, fala Erika. A escolha dos móveis fez diferença, já que o sofá se abre inteiramente, a cama box tem outra embaixo e a marcenaria atende a múltiplas funções. “Não sinto falta de nem mais um metro”, diz a moradora, Marcela Vicentini Alves.
Marcos Lima
Painel com rack De MDF revestido de laminado (1,65 x 0,12 x 2,10 m). RB Marcenaria, r$ 6 294 Sofá-cama O Gallery mede 2,20 x 0,95 x 0,72 m e, aberto, fica com 1,40 m de profundidade. Sofá Colchões, r$ 2 590
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