Apartamento do último andar ampliou pé direito com a retirada do forro

Com a nova área, o apartamento parece um loft. Ele tem 130 m² e janelões que deixam entrever a paisagem de Belo Horizonte

Reportagem Eliana Medina (visual) e Lara Muniz (texto) | Design Renata Rise | Fotos Jomar Bragança | Ilustrações Campoy Estúdio

Antes mesmo de começar a reforma desta cobertura em Belo Horizonte, o arquiteto mineiro Pedro Lázaro já antevia a maior mudança a ser feita. “Retirar elementos de um projeto é tão importante quanto acrescentar. Eu conhecia a planta do edifício e sabia que, por trás do antigo forro, havia um telhado incrível, que merecia fcar à mostra”, conta. A ideia ganhou o apoio do morador, um empresário do setor de moda com um olhar apurado também para o design e a arquitetura. Os próximos passos seguiram na direção de recuperar o conceito original do loft, que havia perdido um pouco da identidade com as intervenções do antigo dono. Assim, em quatro meses, todas as divisórias foram eliminadas e alguns revestimentos, trocados – tudo para reforçar a amplitude dos espaços, pontuados por poucos móveis. O projeto luminotécnico, também assinado por Pedro Lázaro, tira partido de discretas arandelas, que direcionam a luz para a cobertura e proporcionam uma suave iluminação difusa. Assim, a atenção dos visitantes se divide entre o telhado aparente e as obras assinadas por grandes artistas mineiros, verdadeiros convites a quem gosta de apreciar o que é belo.

Jomar Bragança

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<p> A iluminação valoriza a coleção de arte do morador, que reúne peças de Amilcar de Castro, José Bechara, João Castilho e Roberto Bethônico.</p>
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