Arquitetura modernista e artesanato popular no apartamento paulistano
Neste apartamento de 213 m², há móveis assinados e objetos de artistas anônimos. Uma mistura que encanta já na porta de entrada
Reportagem Visual Tiago Cappi | Texto Kátia Stringueto | Fotos Marco Antonio
Marco Antonio
A divisória de ripas de imbuia (Marcenaria Araucária) delimita o hall sem vedar a luz. Bichos da Oficina de Agosto e, na parede, escultura do ítalo-brasileiro Lelio Coluccini.
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No estar, destaque para o busto de Florian Haiss.
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A rede dos índios do Xingu representa o fazer manual, tão valorizado nesta casa quanto o design assinado: poltronas Charles Eames (Teperman) e cubo vermelho de Jacqueline Terpins. Sofá da Cod, vasos da Benedixt e tapete da By Kamy.
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Um olhar panorâmico para a decoração flagra a mistura de móveis de família com peças de design dos anos 1950 e atual. No canto da sala de jantar, o teodolito (instrumento usado na medição de terrenos) pertenceu ao avô de Henrique.
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Ainda que não seja um expert nas artes culinárias, o arquiteto queria uma cozinha prática e, para isso, escolheu bancada de marmoglass, armários de laminado melamínico (Marcenaria Araucária) e piso de granilite (Casa Franceza).
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Em localização resguardada, a cozinha forma um L com a sala. No canto esquerdo da foto, note o ripado de madeira. A mesa da copa é assinada por Geraldo de Barros (1923-1998). Cadeiras da Conceito Firma Casa e panela da Spicy.
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A sala de jantar não precisa de muitos elementos para ser bela: a tela de Caetano de Almeida veste a parede e faz fundo para cadeiras Cantu, de Sergio Rodrigues (Dpot), e mesa da Teperman. Pendente da Reka. Os tacos são de ipê.
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Feliz com os 28 m² do quarto, Henrique não desejava criar um closet que reduzisse esse espaço. “A alternativa foi projetar um armário solto em frente à cama, que mantém a suíte arejada e, ao mesmo tempo, me dá a possibilidade de esconder uma eventual bagunça”, diz o arquiteto. No banheiro, mais uma solução de efeito: incomodado com a posição da bancada e das louças, que fcavam na parede da esquerda, ele as mudou de lado. “Agora, abro a porta e vejo o espelho, o que traz a sensação de profundidade.”
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De MDF com pintura automotiva, o armário (3,60 m x 65 cm, altura de 2,20 m) serve como divisória entre a cama e a área de vestir. Como o móvel não chega até o teto, mantém-se a leveza. Poltrona da Micasa.
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A roupa de cama (Ari Beraldin) contribui para o visual masculino do quarto. Luminária da Fas e banqueta da Conceito Firma Casa. No banheiro (na outra página), granilite e pastilhas se somam às referências modernistas do projeto.
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