Galeria de 80 telhados e coberturas - a personalidade da casa
Na novela Gabriela, a cena em que protagonista sobe no telhado é a mais famosa. Nesta reportagem, o personagem principal é o próprio telhado - ele define o estilo da casa
Da redação
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A estrutura desse telhado é um mix de tesouras de aço (um tipo de estrutura em formato de V) e caibros de madeira (Angelim Vermelho). Desenvolvido com a função de um "chapéu" com longas abas, proporciona uma grande sombra e permite que se caminhe ao seu redor mesmo durante as chuvas leves. Feixes de quatro pilares de madeira suportam a estrutura do telhado a partir do térreo até o pavimento superior. Os forros em madeira foram colocados sobre os caibros do telhado revelando sua estrutura para o interior do ambiente e captando a luz natural para o interior das suítes. Créditos: Reginaldo Abreu.
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O telhado é composto por oito águas (superfícies que compõem o telhado) e não foi necessário uma estrutura especial. Com montagem simples e rápida, foram usadas terças - um tipo de madeira usado para apoiar caibros - de 6 x 12 cm, de 5 x 6 cm e ripas de 5 x 2 cm. Na parte de circulação dos ambientes íntimos há uma abertura zenital (abertura localizada na cobertura da edificação, fechada com vidro que possibilita a entrada de luz natural), que trouxe luz natural ao ambiente. As telhas são da Beltelhas, fabricadas com concreto natural adicionado de impermeabilizantes e pigmentada na cor cinza pérola. Créditos para Leila Bonjardim Santos.
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A cobertura em tom suave, o jogo de telhados e a combinação de alvenaria e madeira roliça conferem a esta casa de fim de semana um ar sólido, mas ao mesmo tempo delicado. A residência fica numa parte plana do terreno, com espaço para uma ampla área de lazer, que abriga a piscina de traçado sinuoso e borda infinita. As telhas são de concreto, em tom marfim-palha. Projeto de Flávia Ralston.
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As chapas da cobertura AeroTeto Premium White podem ser fechadas ou abrir a 90°, permitindo isolar o ambiente em caso de chuva ou permitir que a luz do sol entre. Feito de alumínio, o produto da Zetaflex recebe pintura eletrostática branca, que reflete os raios solares, melhorando o conforto térmico.
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A estrutura do telhado faz uso das tesouras metálicas do galpão original. Telhas de fibras vegetais com isolamento térmico e beiral compõem a cobertura. Internamente, elas são pintadas de branco para ajudar na reflexão da luz natural. O quaro de Carlos fica no bloco da direita. Ele é feito de tijolos novos e tem apenas uma porta de pínus sem veneziana (para não deixar o frio entrar).
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O telhado metálico, comum nos celeiros sul-africanos, reverencia a arquitetura local. As esquadrias vermelhas são de okoumé, madeira regional de manejo sustentável
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Telhas termoacústicas top steel, que refletem até 75% dos raios solares e absorvem até 85% do som de chuva ou granizo. O segredo da eficiência está nos materiais que compõem o produto: alumínio com laca protetora e asfalto modificado com agregados minerais. O produto e da Brasilit.
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A estrutura de cumaru se apresenta logo na entrada da casa. Já o telhado emprega taubilha (JB Madeiras), telha feita com sobras de madeira, recurso tradicional da região. Nas laterais da porta pivotante, o jardim tropical elaborado por Alex Sá faz as vezes de anfitrião. Os diferentes tons de verde nos arbustos de pleomele e guaimbê ganham cor com as floradas das alpínias.
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O telhado exibe taubilhas de madeira aderno, garimpadas em construções demolidas e encaixadas com esmero. Tentamos ao máximo respeitar a essência do lugar. As ferragens das portas também foram trazidas de Tiradentes.
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As duas águas do telhado têm calhas de cobre independentes.
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Telhado define estilo desta casa de praia.
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O projeto dessa casa investiu na troca do piso existente por placas cimentadas brancas (Solarium) e na abertura de claraboias na entrada e junto da cozinha para conquistar mais luz natural.
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Como o telhado foi retirado, a laje de cobertura transformou-se no almejado solário, com direito a espreguiçadeiras com rodízios, que podem ser carregadas para acompanhar o movimento do Sol ao longo do dia. Nesta área toda, um só piso: deck de cumaru frisado (Ouro Velho).
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As telhas são de barro. Nas paredes, massa grossa e tinta acrílica.
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A armação leve de madeira, as telhas de metal e o uso do vidro conferem um ar de leveza ao refúgio de 147m², que se volta para o mar. Para escapar da umidade, ele não fica assentado no solo nem mesmo na parte dos fundos. A área do deque é contígua à sala de estar e de jantar e serve como espaço de convivência. Projeto de Lilian e Renato Dal Pian.
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Reta e sem telhados, esta casa minimalista de 664m² é toda branca, revestida de textura feita na obra. O propósito das esquadrias de alumínio e das grandes cortinas de vidro laminado é, ao mesmo tempo, permitir a entrada de luz natural e fazer com que se veja a mata nativa de araucárias que cerca o terreno. Colunas de concreto conferem à sala um pé-direito de 6 m. Ao se abrirem as portas, toda a área vira uma varanda, aproximando a piscina. Projeto de Fernando Iglesias.
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Sem telhado, em formato de caixote, este loft de 326 m² em Bauru, no interior paulista, tem como referência os galpões nova-iorquinos que foram transformados em moradias na década de 1960. Os tijolos e as colunas de concreto são aparentes. Na frente, o portão de ferro foi envelhecido e enferrujado artificialmente. A cobertura da garagem é de telhas metálicas, que fazem uma curva e ficam apoiadas por delicadas tesouras com pintura eletrostática branca. Projeto de Alexandra Alcântara Teixeira.
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Nesta casa, valeu o gosto do proprietário pela telha asfáltica shingle, na cor cinza. Para racionalizar a obra e dar leveza ao visual, o arquiteto traçou duas águas a 46%. Ele afirma que a cobertura inclinada deixa mais espaço interno e ajuda a renovar o ar. O pé-direito duplo da área social surgiu exatamente para isso. Aberturas nesse ponto da casa permitem que o ar quente escape. Outra dica sobre o material: sobrepostas e fixadas sobre base de madeira, essas telhas não saem do lugar, o que é importante num local de chuvas fortes. Projeto de Guilherme Mattos, obra da construtora Nova Arquitetura.
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A cobertura desenhada pelo arquiteto é uma atração a qualquer hora. Telhas metálicas pré-pintadas com isolamento termoacústico (Metalúrgica Barra do Paraí) são sustentadas por uma estrutura do mesmo material (Gradebrás), solta da edificação e apoiada em pilaretes metálicos de 50 cm de altura. Isso cria um colchão de ar que areja o interior.
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Uma das novidades da Brasilit é a telha de aço com gravilha um tipo de cascalho. Ela possui um visual diferente, com aparência granulada. Disponível em diversas cores e texturas.
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A telha plana é um lançamento da Brasilit. Ela possui base asfáltica recoberta de gravilha, o que dá um toque rústico. Uma de suas vantagens é a facilidade da montagem.
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Sobre o deck que substitui o telhado desta casa em São Paulo, o arquiteto paulista Francisco Barros ergueu duas paredes de tijolos de demolição (Construvelho) com proteção de silicone uma para abrigar a área da churrasqueira e outra para aplacar o vento. Uma cobertura de concreto resguarda o local de 30 m². O toldo retrátil manual (Stobag) barra o sol sem restringir o uso do terraço. Pia de granito (Pedras Passinho) com frontão de pastilhas cerâmicas (Jatobá), churrasqueira Serv-Lar Lareiras, cadeiras Tok Stok e luminárias Ella Iluminação.
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Na fachada dos fundos, as águas do telhado e o redesenho das esquadrias revelam uma proporção confortável aos olhos.
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O sobrado projetado pela arquiteta Anna Longhi tem telhas capa e canal mescladas e paredes com pintura manchada. Embora as escolhas tragam algo das construções coloniais, a casa é contemporânea, de linhas limpas.
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Caiação chique: paredes caiadas, com pigmento Pó Xadrez, da Bayer, e telhas caipiras recuperadas de uma casa colonial, deram a este recanto em Ubatuba, litoral paulista, o ar rústico que o proprietário queria.
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Moderna sim, branca jamais: uma casa moderna, sem telhados, mas ao invés do óbvio branco para um projeto como este, o arquiteto Ricardo Miura coloriu os volumes com textura terracota Terracor Originale.
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Sobre a casa, em vez de um telhado convencional, há um terraço ajardinado. Além de integrá-la à paisagem local, a cobertura traz conforto térmico e é uma opção de lazer para a família, diz a arquiteta Patrícia Fendt.
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O telhado de um único plano se eleva e induz à vista do mar. Nada de usar a tradicional solução com duas águas, que deixaria um beiral baixo na frente da casa e roubaria parte da paisagem.
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O telhado foi coberto com torta de barro mistura de argila e pedras, adequada a locais onde chove pouquíssimo.
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Painéis envidraçados, telhado escondido e uma piscina que avança sobre o penhasco marcam o visual deste projeto. Uma surpresa: em vez de alvenaria, as paredes foram feitas com blocos de concreto celular, material mais leve e rápido de trabalhar. Depois, foram pintadas de branco. Projeto de Luiz Carlos Almeida.
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Reta e sem telhados, como uma escultura leve e transparente, esta casa minimalista é toda branca, revestida de textura feita na obra. O propósito das esquadrias de alumínio e das grandes cortinas de vidro laminado é, ao mesmo tempo, permitir a entrada de luz natural e fazer com que se veja a mata nativa de araucárias que cerca o terreno. Projeto de Fernando Iglesias.
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Da Sytaic, o Sistema Solar elimina a necessidade das telhas. Basta colocá-los sobre a estrutura. Por ter uma área maior de captação, ele tende a gerar mais energia.
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Da Sytaic, o Sistema Solar elimina a necessidade das telhas. Basta colocá-los sobre a estrutura. Por ter uma área maior de captação, ele tende a gerar mais energia.
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Telhado: leva chapas termoacústicas de zincalume recheadas com poliuretano expandido (Eucatex). Embora tenham preço equivalente ao das telhas de barro, dispensam a estrutura completa que sustenta um telhado convencional (vigas, forros e tesouras de madeira). O que vence os vãos entre as terças são as próprias telhas. Essas peças exigem menos manutenção que as de barro, especialmente numa região úmida.
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Este telhado é feito telhas coloniais da Cerâmica Leme.
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O leve telhado de resinas vegetais (Onduline) contribui para aliviar esta fundação, formada por sapatas corridas embaixo das paredes. Os poucos pilares de eucalipto autoclavado (tratamento químico que fecha a camada externa da madeira) compõem a estrutura só na parte da varanda (eucalipto Preservam).
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Cobertos por peças de barro, os telhados dos três blocos marcam a fachada nos fundos do lote irregular de 3 600 m² e praticamente se aliam ao cenário de verde sem fim. Em meio à estrutura de concreto, paredes de alvenaria ganharam tinta em tom avermelhado para dar vida à construção. Um diferencial no projeto, a lavanderia foi desenhada na mesma ala das suítes. Como a maior parte das roupas para lavar vem dos quartos, imaginei que essa distribuição deixaria tudo mais funcional.
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As telhas claras de cerâmica refletem a luz e o calor e deixam a casa fresquinha. Toras de eucalipto roliço com 50 cm de diâmetro servem de pilares, dando a sensação de que o telhado é ainda maior.
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Esta casa, dividida em diversos níveis devido à inclinação do terreno, apresenta dois largos telhados, cobertos com telha de concreto, acompanhando o caimento do lote.
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Na morada de 103 m², o telhado, a fachada colorida e o pátio de pedra rústica refletem o desejo dos proprietários de trazer um pedaço das vilas italianas para o interior do Paraná.
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A cobertura com 15% de inclinação, sobre uma estrutura metálica, ressaltou as linhas contemporâneas da fachada e também permitiu a presença de grandes vãos no interior desta casa em Itu, SP. As telhas Master, modelo shingle (IKO, instaladas pela Adonai Telhas), dialogam com a pedra-madeira.
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A cobertura singela de duas águas caracteriza a arquitetura caiçara. As telhas de demolição vieram de casas da região.
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Apesar da marcante cobertura arredondada de aço, o vidro é a estrela principal desta casa de 152 m². Um detalhe interessante do forro: ele combina ripas de diversas espécies de madeira, uma solução que, além de render uma bela textura, revelou-se econômica.
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As formas dinâmicas vários planos, cobertura curva e as cores contrastantes não foram escolhas casuais. Dotada de um mezanino, a construção de 99 m² se espalha pela vertical. O forte amarelo realça com o tom roxo definido para a laje da entrada e a cobertura.
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A cobertura de garapeira não toca a alvenaria, e sim uma estrutura de madeira fechada com vidro laminado. Nas paredes, a textura feita na obra revela a adição de pedriscos no reboco, alisado com desempenadeira. A magnólia forma uma escultura junto à porta.
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Neste projeto, o arquiteto Mauro Munhoz usou cobertura de duas águas com telhas cerâmicas francesas e calhas de chapas galvanizadas pintadas.
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Na cobertura, laje impermeabilizada, com manta asfáltica e proteção mecânica, e ainda argila expandida ou jardins gramados.
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Tanto a cobertura como o deck empregam materiais usados, vindos de um depósito mantido pela construtora de Silvio.
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Na cobertura do terraço, a estrutura metálica com trechos envidraçados deixa o sol entrar. As colunas roliças descem até a piscina, mas são de concreto na área submersa. Visto de fora, é possível notar que o deque da borda do terraço funciona como beiral do pavimento inferior.
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Cobertura de relva faz o prédio do Centro de Interpretação de Novas Tecnologias dá a quem observa a construção a sensação de que o triângulo emergiu do solo. Projeto de Gonzalo Carro López.
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A inclinação do forro acompanha a da cobertura (que não se vê de fora devido às platibandas) e torna o interior mais aconchegante.
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A cobertura, fechada com vidro, mescla pilares de 20 x 20 cm e ripas de maçaranduba (Scala Madeireira) com vigas de aço corten (Usiminas).
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Na frente e nos fundos, dois telhados iguais de telhas cerâmicas. No meio, telhas térmicas (sanduíche de placas de alumínio, com poliestireno, ou isopor) sobrepostas por um deque de madeira. Projeto de Márcia Müller.
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O andar de cima é quase um pergolado com sua cobertura delicada e três laterais transparentes. Apenas a cozinha (no fundo, à esq.) é fechada com alvenaria. O visual leve deve muito à estrutura de aço delgada. Poucas e pintadas de verde, as vigas coincidem com os caixilhos das portas de correr e quase desaparecem.
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Cobertura: repare no desenho da viga maior na horizontal, cruzada com várias outras menos.
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A cobertura de policarbonato protege e não prejudica a luminosidade.
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A água principal faz um contraponto com o caimento do telhado da torre de 6,90 m de altura. Os materiais utilizados também reforçam o visual relaxado: as paredes receberam tinta fosca amarela e esmalte azul. Janelas e portas de ipê e pintadas de esmalte branco, cerâmica e pedra no piso e textura nas paredes remetem a um estilo rústico e bem brasileiro. Projeto de Eduardo Horta e Andréia Fiorino.
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Concebida como um galpão, esta casa de 160 m² tem um ar de chalé. Isso se deve à cobertura inclinada e à pequena janela encaixada nas telhas de concreto, que lembra uma mansarda. As paredes de tijolos são ligadas por uma estrutura de perfis metálicos de aço. Assimétrica e irregular, a construção ganha ainda mais realce com a parede de blocos de vidro e os tirantes metálicos, pintados de amarelo, que travam a estrutura. Projeto de Luiz Renato Pereira Rosa.
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Com saídas para todos os lados, o chalé na região de Campos do Jordão, SP, não possui frente e fundos. As amplas aberturas envidraçadas permitem completa integração da construção com o entorno. A adoção de poucos materiais todos naturais na fachada reforça a sensação de continuidade. Do solo rochoso do lugar vieram as pedras que formam as paredes e conferem ao refúgio a sensação de solidez. Um recorte no telhado inclinado, de duas águas, cria uma terceira água. A solução dá movimento à cobertura sem descaracterizar o chalé, além de proteger a varanda da chuva e do sol. Projeto de Evani Kuperman Franco e Geraldo Borges Fontes.
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Torres laterais de pedra dão um aspecto sólido a esta construção, além de abrigar a lareira. A cobertura com telhas shingle (de massa asfáltica) fica apoiada pelos curiosos pilares em forma de Y. Projeto de James Lawrence Vianna.
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Este chalé de 107 m², em Campos do Jordão, SP, conta com uma rigorosa seleção de materiais: tijolos aparentes na fachada e estrutura de eucalipto rústico e telhas de barro. O refúgio parece ter dois andares, mas o piso superior abriga apenas a caixa dágua. Projeto de Olivier Perroy e Lena Cintra.
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Concebida como um galpão, esta casa de 160 m² tem um ar de chalé. Isso se deve à cobertura inclinada e à pequena janela encaixada nas telhas de concreto, que lembra uma mansarda. As paredes de tijolos são ligadas por uma estrutura de perfis metálicos de aço. Assimétrica e irregular, a construção ganha ainda mais realce com a parede de blocos de vidro e os tirantes metálicos, pintados de amarelo, que travam a estrutura. Projeto de Luiz Renato Pereira Rosa.
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Olá Cadinha, Muito típico e simpático o chalé da sua família! Os volumes estão proporcionais, o bloco que rompe o telhado está bem colocado e o telhado bem inclinado ajuda a suavizar a implantação da construção. Esta escadaria em pedra mineira destoa um pouco dos tons mais amadeirados e escuros do chalé. Pense em arenito, ficaria mais elegante e integrado. Sinto falta, como sempre, de árvores. Em matéria de jardim, mais é sempre mais! +
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O chalé de madeira abriga três quartos, churrasqueira e varanda. O telhado recebeu atenção especial. Os proprietários não gostam das típicas duas águas. Por isso, propus beirais largos e um jogo de 16 planos seguindo a planta em H, diz Olga Bergamini. Com um sistema pré-fabricado, a construção demorou somente oito meses para ficar pronta.
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Eucalipto roliço e pínus serrado formam a estrutura do chalé e aparecem também nas tesouras que sustentam o telhado.
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Para enfrentar as baixas temperaturas de Campos do Jordão, SP, o chalé de 360 m² utilizou um sistema construtivo nativo dos Estados Unidos, adequado para regiões altas e frias. Na fachada, por baixo das réguas de madeira (clapboard), fixadas sobre a alvenaria, colocou-se uma manta térmica que retém o calor. O mesmo procedimento foi adotado no telhado, onde a proteção fica entre as ripas e os caibros. Projeto de Antonio Augusto Padovan.
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O chalé de 450 m² em Campos do Jordão, SP, possui características típicas das construções alpinas, como o telhado bastante inclinado (75%), as folhas das janelas (fechadas, e não do tipo veneziana) e as três mansardas, que iluminam os quartos. A fachada da frente é revestida de reboco pintado com tinta látex, e as outras são de tijolinhos aparentes. As floreiras arrematam o conjunto. Projeto de Tadeu Sales.
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Na região serrana do Rio de Janeiro, este chalé de 240 m², inspirado no estilo normando, concretizou o sonho do proprietário de ter um refúgio espaçoso e confortável, com um toque europeu. As mansardas e a chaminé se destacam na cobertura de telhas francesas com caimento acentuado. A fachada é de tijolos aparentes. Projeto de Guilherme Goldenstein.
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Montado com rapidez, o telhado metálico (Metalúrgica Hopper) curvo ficou pronto em 20 dias, metade do tempo gasto numa versão de madeira. As vigas de aço sob medida chegam codificadas ao canteiro de obras para facilitar a instalação, explica Enrico. Há placas ecológicas de OSB entre a estrutura e as telhas de fibra natural cinza (TC Shingle do Brasil), que ficam à vista nas laterais.
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Herança do antigo dono, a estrutura deste telhado continuou aparente no terceiro pavimento.
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No alto da construção, o telhado verde (Instituto Cidade Jardim) proporciona maior conforto térmico e combate o efeito estufa. À frente, a horta é adubada com húmus produzido em minhocário caseiro.
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Erguida numa plataforma a 40 cm do chão, esta casa de campo afasta a umidade e parece flutuar. A laje de concreto revestida de fulget bege serve de terraço. Esta face da construção mede 3,20 m de largura e revela o mix de materiais usados: aço, cimento, vidro, madeira e pedra. Projeto de Claudia Haguiara.
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Esta casa em Campos do Jordão, interior de São Paulo, apresenta uma entrada triunfal, marcada pelas diversas águas do telhado, que foi revestido de telhas asfálticas do tipo shingle. Importadas dos Estados Unidos, elas cobrem o telhado de estilo americano com inclinação de 160 graus. Projeto de Patrícia Said.
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Inspirada nas log homes, esta cabana de 255 m² em Campos do Jordão, São Paulo, teve algumas adaptações: em vez do formato roliço do eucalipto reflorestado, optou-se pelas tábuas retangulares de itaúba. O material recebeu cupinicida quando chegou ao canteiro e, após a montagem, óleo de linhaça, que o protege do ressecamento. Taubilhas formam o telhado e, antes de serem assentadas, também receberam tratamento contra cupins. Projeto de Kristina Ramenzoni.
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Esta romântica cabana de 69 m², em Campos do Jordão, São Paulo, possui soluções rústicas, como telhado de duas águas, blocos de granito irregular, tijolos pintados e estrutura de toras de eucalipto. As paredes são de tábuas e receberam um acabamento chamado costaneira. São toras cortadas, que disfarçam as emendas e dão volume à divisória. Painéis para vidro em três fachadas trazem mais luminosidade ao interior e concedem aos moradores uma bela vista da mata do entorno. Projeto de Toledo, Tiezzi Arquitetos.
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Das construções coloniais americanas, este refúgio de 240 m² em Campos do Jordão, SP, traz as esquadrias (com montantes de madeira e miolo de ferro) e o revestimento com placas de madeira tipo clapboard. Os detalhes conferem ao chalé um quê de casa de boneca: molduras de tijolos aparentes em torno das janelas, cerquinhas e coloração no tom erva-doce. Até as telhas da cobertura com inclinação acentuada, de 70% são claras. Projeto de Marília Richieri.
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