38 casas pequenas, mas muito confortáveis
Chalé na montanha, bangalô beira mar ou primeiro apartamento em São Paulo. Não importa. Nas fotos abaixo, os moradores realizaram grandes sonhos em espaços compactos.
Da redação
Morar em espaço pequeno exige muita organização mas, em troca, oferece um grande aprendizado: o verdadeiro conforto dispensa enormes salas ou infindáveis portas de armário. Sua relação com a casa, a delicada escolha dos móveis que representem o seu jeito de morar e a energia que você imprime em cada canto (reflexo da sua relação com os familiares ou amigos) é que fazem toda a diferença.
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Casa do Golf, criada pelo arquiteto Dado Castello para a Casa Cor São Paulo 2008. Remete a uma morada com atmosfera rural - mas também é adequado à metrópole. Uma rampa de peroba de demolição conduz à entrada da construção de volumes bem demarcados. A distribuição interna, informal, integra as salas e a compacta cozinha.
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A decoração dessa sala, assinada pelo arquiteto Leonardo Junqueira, tem uma seleção de peças que define o estilo contemporâneo. Ele combinou mesas e estofados baixos e retos, como prega o minimalismo, com objetos que fazem uma releitura divertida dos clássicos (uma característica do neobarroco) e, como a casa era pequena, ele precisava fazer os espaços renderem com charme.
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A construção é de 1930 e foi reformada pelo arquiteto Carlos Verna. Na fachada, os tijolos foram clareados com uma nata de cimento, cal e areia, aplicada com espátula. Em seguida, retirou-se o excesso com esponja. Carlos Verna elevou o nível da casa em 50 cm. Para isso, deixou a rampa da garagem com 16 cm e dois degraus com 34 cm.
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O arquiteto Hilmar Diniz Paiva Filho, de São Paulo, fez esse projeto para um terreno íngreme no litoral. Internamente, há paredes isolando somente o banheiro e o quarto. "Para respeitar a inclinação do terreno, a casa se divide em três meios-níveis. As paredes serão feitas de pedras retiradas do local. Assim, mantém-se a harmonia com o entorno e, de quebra, evitam-se mais gastos. Afinal, todo material chega na praia de barco", conta Hilmar.
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O arquiteto Fernando Mendonça, experiente em construir na Serra da Bocaina, usou a técnica local para remover uma rocha encontrada no terreno, antes da construção dessa casa: acendeu fogueiras sobre ela e jogou água fria inúmeras vezes, até que rachasse e se dividisse em pedras menores. Estas foram empregadas no muro de contenção.
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Reclusa em um condomínio a 70 km de São Paulo, na cidade de Ibiúna, esta construção alcançou o meio-termo entre o sonho e as possibilidades da proprietária, que queria uma casa caracol. Entre na reportagem para descobrir como o arquiteto José Augusto Conceição fez a parte dos fundos da casa em formato arredondado.
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O projeto da arquiteta Fernanda Rocha respeitou o orçamento limitado. Recursos como alvenaria autoportante (que dispensa pilares e vigas), acabamentos simples e elementos de uso duplo viabilizaram a proposta. "Os ambientes integrados têm poucas portas e paredes, o que favoreceu a circulação de ar e deixou a casa, construída em Fortaleza, bem fresca", fala a arquiteta.
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