28 modelos de escadas - todos de madeira
A hora de definir a escada esquenta a cabeça dos moradores . Salve as fotos dos modelos que te encantam e facilite o trabalho.
Por Helene Zaro Koller
A escada tem uma função muito específica: permitir que o morador vá para cima ou para baixo. Falando assim, parece fácil. Mas há tantas variáveis na escolha desse item da casa - material, tipo de degrau, guarda-corpo, medidas - que a escada acaba sendo um estresse a mais na obra (como se fossem poucos...). Se você tem uma única certeza sua escada será de madeira , esta seleção de 28 modelos o ajudará a definir o traçado e os materiais que combinam com ela. Se depois de olhar as 28 fotos de escada abaixo, você perceber que prefere outro material, leia nossa reportagem com 22 modelos de escada com materiais diversos.
Divulgação
Esta escada é toda de pranchas de carvalho, com 7 cm de espessura e 1 m de largura cada uma. Os suportes laterais, com 15 cm de largura, estão encaixados nos degraus e fixados com pinos de ferro, semelhantes aos que mantêm a estrutura presa à parede. O corrimão de metal fica quase imperceptível perto da escada escultural. Projeto de Arthur Casas.
Divulgação
Um pedaço de ferro com 15 cm de largura e 7,5 cm de espessura prende cada um destes degraus à parede. De perfis metálicos, os degraus são revestidos de placas de perobinha e tem 75 cm de largura x 30 cm de profundidade. O corrimão, posto a 90 cm de altura, garante a segurança no acesso da sala íntima ao mezanino local reservado para o quarto do casal. Projeto de Roberto Gonçalves.
Divulgação
Os degraus desta escada formam um belo ziguezague na sala de estar. Eles são de toras maciças de ipê, cravadas na parede, e dão acesso ao terraço, à suíte do casal e ao mezanino onde não há guarda-corpo, mas sim um banco. Projeto de Mônica e Paulo Augusto Pedreira.
Divulgação
Esta casa de praia, de traços retos e marcada pelo branco, ganhou uma escada que combina com seu estilo: despojada, ela tem degraus de itaúba que se destacam no ambiente claro e um leve corrimão de ferro, que acompanha o traçado geométrico da construção. Projeto de Flavio Amaral Lima.
Divulgação
Apenas 16 pranchas de madeira. O número reduzido permitiu ao artista Gunnar Schulze dar seu toque artístico a esta escada de ipê. Cada um dos degraus foi colado e parafusado na estrutura e tem um desenho diferente, próprio do trabalho artesanal. A execução levou um mês, e o acabamento foi feito com seladora e cera de polimento para piso.
Divulgação
Revestida de pau-marfim, a parte inferior da escada (com 2,75 x 1,44 x 0,75 m) apoia-se numa estrutura de madeira. Dentro dela, foram embutidas 13 gavetas. Um patamar (com 1,60 x 0,18 x 0,75 m) leva ao segundo lance, de estrutura metálica. Para sustentar esse bloco, instalou-se uma viga no teto. Projeto de Romildo Silva Filho.
Divulgação
A atração desta casa de praia é a divertida escada de madeira e corda que leva ao mezanino. Em um ambiente descontraído e pequeno, esse modelo foi a solução perfeita. Projeto de Sérgio Leal.
Divulgação
A casa de fim de semana tem na madeira escura seu elemento mais marcante. Com a escada, não poderia ser diferente: o modelo de itaúba apresenta um patamar antes de levar ao segundo piso, em que fica a suíte e o escritório dos proprietários. Sob a escada, ao lado da porta de entrada, vê-se o espelho-dágua com carpas. Projeto de Eneida Mendes, da EF Arquitetura.
Divulgação
Esta escada é composta de uma estrutura metálica revestida de pau-marfim (trabalho de um marceneiro). Maciça, ela marca presença, mas ocupa um espaço maior. O truque do painel entre os lances cria expectativa sobre o que vem em seguida. Os degraus têm 27,5 cm de profundidade por 17,5 cm de altura. Projeto de Arthur Casas.
Divulgação
Degraus irregulares transformam a escada numa obra de arte. A altura entre eles é a mesma, 18 cm, mas cada peça traz uma espessura diferente (9, 10, 12, 13 ou 15 cm). Para obter essas medidas, os profissionais da marcenaria colaram duas e até três pranchas de perobinha. Numa das pontas, os degraus foram chumbados na parede de alvenaria e, no centro, parafusados na estrutura de ferro pintada de preto. O corrimão e o guarda-corpo de ferro ganharam arremate de cabos de aço. Projeto de Camila Mattos e Marina Teixeira.
Divulgação
Os três primeiros degraus da sala de estar levam à escada de garapeira, madeira também usada nos pilares e no deque e que reveste a laje do andar superior. O guarda-corpo de vidro garante leveza ao conjunto. Para que o jardim junto à escada recebesse luz natural, utilizaram-se telhas de vidro num trecho da cobertura. Projeto de Marília Ruschel e Nelson Teixeira Neto.
Divulgação
Nesta casa de praia, a elegante escada que liga as alas social (térreo), íntima (superior) e de lazer (subsolo) ganhou piso de canela de demolição e guarda-corpo de painéis de vidro temperado presos numa fenda feita na alvenaria. Projeto do escritório Marchetti + Bonetti.
Divulgação
Os degraus desta escada vazada são de peroba-rosa, madeira que contrasta com o branco do guarda-corpo. As pisadas foram confeccionadas com 30 x 58 cm e 3 cm de espessura. Projeto de Heloisa Maia Campo.
Divulgação
Esta casa em Mafra, a oeste de Lisboa, teve a fachada restaurada e o interior totalmente alterado numa concepção minimalista. De inclinação acentuada, direta e reta, a escada com degraus de madeira não bloqueia a passagem da luz que vem das janelas mantidas sem cortinas, apenas com as tradicionais folhas de madeira. Projeto de Anabela Leitão e Daiji Kondo.
Divulgação
O piso claro de granilite reflete a claridade que entra por todo o ambiente e contrasta com o tom escuro na escada de ipê, um dos poucos elementos que resistiu à reforma desta casa e manteve-se tal como no projeto original. Um bloco de concreto funciona como guarda-corpo e corrimão. Projeto de Mario Gallo.
Divulgação
Leve, a escada em balanço não interfere visualmente na área pequena. Os degraus, cujo miolo é de chapa de ferro, estão engastados numa viga metálica embutida na parede e encapados com cumaru, mesma madeira usada no piso de réguas palito. Embutir o corrimão num rasgo de 15 cm de profundidade na alvenaria ajuda a economizar espaço. Mas isso só foi possível porque se trata de uma parede de divisa da casa e, portanto, mais robusta que o normal (50 cm de espessura). Projeto de Luiz Fernando Rocco.
Divulgação
Como fica solta no espaço, a escada vazada permite que a luz da janela se espalhe pelo ambiente. Ela leva perfis de aço, degraus de madeira e guarda-corpo de metal tubular. Projeto de Fernando Forte, Lourenço Gimenes e Rodrigo Marcondes Ferraz.
Divulgação
Na reforma desta casa, a antiga escada de madeira foi substituída por um exemplar vazado, modelo que traz leveza e favorece a luminosidade. Uma tora de jaqueira sustenta os degraus tábuas de roxinho envernizado encaixadas em cortes feitos na viga. Para dar firmeza, suportes de aço preenchem os vãos. Criação do artista plástico Ramiro Bernabó e projeto de Silvana Navarro.
Divulgação
Neste projeto, a escada vazada parece complementar a decoração da sala de estar, que apresenta assoalho de bambu. Com estrutura de cumaru e guarda-corpo de ferro com pintura automotiva, o modelo exibe um patamar, que serve como um mirante voltado para a grande janela que dá para o jardim. Projeto de Adriana Ribeiro de Mendonça.
Divulgação
A casa de praia de ar contemporâneo exibe uma escada leve, que não foge a esse estilo. Vigas de estrutura metálica sustentam a escada com degraus de itaúba. Um generoso pano de vidro garante farta iluminação natural no ambiente. Projeto de Simone Mantovani.
Divulgação
A escada, no hall de entrada, conduz às dependências no andar de cima. De perobinha, ela segue o madeiramento usado em toda a moradia. O corrimão, fixado na parede, acompanha exatamente a extensão da escada e funciona como uma seta a indicar o caminho, já que não há guarda-corpo. Projeto de Antonio Scarpa.
Divulgação
Uma das novidades da reforma desta casa foi a escada, agora vazada, que trouxe mais leveza ao ambiente. Os degraus de garapeira receberam uma resina que seca em três horas e não tem cheiro. O patamar fica entre a parede de tijolo aparente e a vibrante pintura vermelha, que foi inspirada num pedaço de tecido. Projeto de Fábia Mejorado Escobar.
Divulgação
Nesta casa de praia, o efeito escultural da escada salta aos olhos. Sua estrutura é de concreto aparente, com pisada de cumaru e guarda-corpo de vidro, quase imperceptível. Projeto de Mônica Drucker.
Divulgação
Nesta casa, a escada com estrutura de metal une a área de convivência à ala íntima. Em formato helicoidal que lembra o giro de uma hélice , ela parece ganhar movimento quando se sobe ou desce. Os espelhos (face do degrau) de chapas grossas metálicas são soldados num pilar metálico, mas as pisadas de pau-marfim não chegam até o pilar, pois se estreitariam demais nessa ponta o guarda-corpo de metal interno delimita a área de trânsito. A primeira pisada, em formato de caixa, se destaca dos demais degraus por isso se chama convite. Projeto de Francisco Fanucci e Marcelo Ferraz.
Divulgação
Com estrutura de concreto, os degraus têm ferragens embutidas que se fixam nas ferragens presas à parede, dando origem a degraus que parecem flutuar. O projeto ganha mais conforto com as pisadas de pau-marfim, com 2 cm de espessura, parafusadas na estrutura de concreto. Detalhe: a madeira ultrapassa em poucos centímetros o concreto, revestindo totalmente essa estrutura. Projeto de Sylvia Figueiró e Sofia Guidi.
Divulgação
A escada suspensa de cumaru tem visual leve. Os 15 degraus chumbados à parede abriram espaço para o delicado jardim de seixos brancos no vão antes ocupado por modelo semelhante de concreto. Este desenho vai bem em locais compactos, pois exige pouco espaço. Repetiu-se nos degraus a mesma madeira usada no assoalho para não quebrar a harmonia do ambiente. Projeto de Heloisa Dabus.
Divulgação
Os degraus de madeira encheram de bossa a escada pré-fabricada de metal. Mas a colocação das peças exigiu alguns cuidados. Primeiro, foram feitos moldes. Só depois o marceneiro executou as peças de imbuia-mel. Para facilitar o encaixe na escada, os degraus foram cortados ao meio e, após a colocação, receberam dois frisos feitos a máquina nas extremidades. A ideia para disfarçar o corte central acabou ganhando efeito antiderrapante. Projeto de Rodolfo Scaletsky, da RAS Arquitetura.
Divulgação
A estrutura de eucalipto autoclavado fica aparente entre as paredes de tijolos de barro desta casa de campo. A escada vazada e o guarda-corpo, ambos de jatobá serrado, acompanham o estilo do projeto e levam ao mezanino. Projeto de Luiz Carlos Diniz.
.
Fechar
Mais galerias de Ambientes
Curta o CASA.COM.BR no Facebook












