21 churrasqueiras a gás, carvão e elétricas a partir de R$ 599

Com esta seleção de modelos elétricos, a gás e a carvão, a única dificuldade será preparar a lista de compras e convidar a turma para o churrasco

Texto e Reportagem Visual Marcio Furuno

Ter uma churrasqueira é o sonho de muitas pessoas – e, para grande parte delas, o modelo ideal é aquele alimentado a carvão. Nada mais justo, já que a carne na brasa tende a ser a que mais agrada ao paladar. “A fumaça confere toques de defumado e tostado”, diz o chef Fabio Lazzarini, da Intermezzo Gourmet, referindo-se ao sabor característico desse tipo de assado. Mas as versões elétrica e a gás conquistam adeptos entre os que priorizam a comodidade de não precisar acender o fogo nem ter de se preocupar com o destino da fuligem. A esses, Fabio recomenda: “Quando a carne estiver quase pronta, pincele um pouco de azeite. Isso ajuda a dar um gosto que se aproxima ao do churrasco tradicional. Porém nunca será igual”.

Elétricas: práticas e eficientes, desde que bem utilizadas

 

Funcionam por meio de resistências. Como não há queima de carvão, também não há fumaça nem fuligem, somente os vapores do próprio alimento. Por não alcançarem temperaturas muito elevadas, Fabio Lazzarini orienta: “São mais apropriadas para fazer espetinhos, bifes baixos e cortes sem gordura”. Os modelos de embutir na parede, é bom saber, requerem uma abertura acima do nicho a fim de permitir a circulação do ar quente

A gás: versáteis, se encaixam em quase todas as situações

 

“Uma vantagem das churrasqueiras desse tipo é a possibilidade de controlar a temperatura, facilitando o preparo de peças inteiras, porcionadas ou com ossos”, explica o chef. Os modelos podem ser alimentados a GLP (o gás derivado de petróleo, vendido em botijões) ou GN (gás natural, distribuído por sistema de encanamento), por isso, não deixe de checar as opções. Para os de embutir, é necessário prever a abertura sobre o nicho.

A carvão: tradicionais, mas com ampla variedade de modelos

 

Dentre os três tipos, esse é o que alcança temperaturas mais altas – cerca de 350 °C – e mantém o calor com mais eficiência, fatores que facilitam a preparação do churrasco. Os modelos de alvenaria já vêm com coifa, duto e chapéu embutidos, e alguns pré-moldados de concreto e de aço também incluem essas peças, porém, em outros casos, é preciso adquiri-las separadamente.

Divulgação
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<p> ELÉTRICA. Com três espetos rotativos e bandeja para recolher a gordura que escorre da carne, a Ranch grill (57,7 x 58,5 x 51 cm*), da Fischer, pode ficar sobre a bancada ou ser  embutida na parede – nesse caso, leva moldura de 69,6 x 61,7 cm. Laranja , R$ 1585,90.</p>
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Antes de mandar brasa, confira estas dicas de especialista:

- As churrasqueiras a carvão necessitam de coifa e duto para jogar a fumaça longe. Em casas, o duto deve ultrapassar em 50 cm o ponto mais alto do telhado, favorecendo a dispersão. E precisa ter um chapéu no topo, a fim de impedir a entrada de água da chuva. É preferível que seja reto; se for necessário curvá-lo, o ângulo não deve ser maior que 45 graus. “Dutos com curva ou mais altos do que 2 m podem exigir que um exaustor seja acoplado”, aponta Andre Macchiori, da Polytec.

- No caso dos equipamentos pré-moldados, deve-se sobrepor os módulos até que a chaminé atinja a altura desejada. Verifique a carga máxima que o modelo suporta para saber quantas peças pode empilhar.

- Em edifícios, o duto de cada apartamento deve desembocar no comum, também chamado de shaft – ele é responsável pela dispersão geral. Se não houver essa estrutura e você instalar uma churrasqueira a carvão em seu apê, a fumaça irá invadir a sala de seu vizinho. “Até hoje, não vi nenhum condomínio construir o shaft depois de o empreendimento estar pronto”, observa Andre.

 

 

Largura x profundidade x altura.

Preços pesquisados entre 2 e 5 de agosto de 2013, sujeitos a alteração

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