13 soluções para espaços pequenos
Saiba como os profissionais da decoração conseguiram conciliar as necessidades de seus clientes com a área compacta disponível nos ambientes.
Reportagem Visual Edson G. Medeiros | Texto Maria Helena Pugliesi | Fotos André Fortes
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O formato em L da sala dificultava o uso de um bufê próximo à área do jantar. O único espaço que sobrava para ele era ao lado do sofá, e juntar os dois não daria um bom resultado, lembra a decoradora Renata Amaral. Para resolver a questão, ela criou um móvel com altura de 60 cm e adaptou sobre ele uma caixa de vidro de 25 cm. Dessa forma, próxima à mesa, a peça tem altura de aparador, e junto ao sofá, de apoio lateral.
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A sala de 6,40 m deste apartamento também tem função de quarto. Limitada pela planta original, a arquiteta Patrícia Salgado deu preferência a móveis de medidas reduzidas, sem comprometer o conforto. À noite, a mesinha de centro se transforma em duas camas de solteiro. É que, na verdade, ela é composta de futons disfarçados de almofadas: basta abrir um zíper e desdobrar.
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Escolhi estes módulos da Futon Company porque, apesar de terem apenas 60 cm de profundidade, são bastante agradáveis de sentar. Têm tatames e colchonetes nos assentos e almofadas e rolos nos encostos, diz Patrícia. Detalhe: os lençóis e travesseiros ficam guardados nos módulos de madeira com tampo de tatame. Em áreas reduzidas, essas peças desempenham as funções de móveis maiores ocupando bem menos espaço, diz a arquiteta.
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Por causa da integração dos ambientes, a pequena lavanderia deste loft pode ser vista da sala. Para amenizar a situação, o arquiteto Fernando Piva planejou e a Kitchens fabricou um módulo que acompanha o padrão dos móveis da cozinha. De laminado plástico, ele tem um nicho de 60 cm para tanque e minivaral e um outro, de 30 cm, com gaveta para roupas sujas e espaço para vassouras e tábua de passar. Tudo protegido por uma persiana de alumínio da Uniflex B2.
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O nicho de 1,50 x 1,15 m no final do corredor foi suficiente para montar o escritório que a dona do apartamento queria. Ela só trabalha com laptop e poucas horas por dia. Não havia a necessidade de uma área maior que essa, argumenta a arquiteta Denise Aguilar, que assina o projeto ao lado da sócia, Paula Abud. A dupla chumbou na parede um tampo de madeira ebanizada de 75 cm de profundidade e instalou sob ele um móvel que embute caixas plásticas.
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Nesta proposta do arquiteto Toninho Noronha, a cama fica encaixada num nicho. Para dar função à área lateral, Toninho projetou na mesma altura da cabeceira um armário de madeira wengé com portas basculantes (veja ao lado como elas abrem). Com 20 cm de profundidade, a parte superior serve de expositor para CDs e outros objetos. A iluminação fica embutida no dente de gesso, enfeitado com quadrinhos da Cose di Casa.
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Os assentos se multiplicaram com a banqueta desenhada por Renata Amaral. Projetei uma peça com pés de metal e revestimento de couro para servir de mesa de centro, mas que também pode ser usada para sentar, explica a arquiteta. E a função do móvel não pára por aí: sob ele, um outro banco de junco fica embutido. Quando deslocado, ele oferece mais lugar para as visitas se acomodarem e ainda dá apoio aos copos e salgadinhos.
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Compacto e com rodízios, o pufe da Zona D é outra peça que engana pela aparência. Muito mais do que lugar para sentar, ele também ajudou a organizar os álbuns fotográficos. Com assento removível, seu interior tem bom espaço para juntar num mesmo lugar outros itens que muitas vezes se perdem entre a papelada das gavetas ou ficam espalhados pelos armários. É uma excelente peça curinga, fala Renata.
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Para que o jovem pudesse ter no quarto tudo que queria, a arquiteta Jóia Bergamo de Paula encomendou à marcenaria Gav Decorações um móvel setorizado. Na parte fechada, ficam prateleiras para as roupas dobradas e os documentos. O carrinho, mais profundo que as outras partes por causa da TV, agrupa os aparelhos eletrônicos, e o terceiro corpo foi criado para que o rapaz possa trabalhar com conforto no computador.
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As arquitetas Lílian Melo e Flávia Wahba aproveitaram a reforma do apartamento para embutir uma sapateira no final do corredor. Avançamos dentro da parede 27 cm, o suficiente para acomodar cinco pares de sapato por prateleira. Os femininos ficam na diagonal, e os masculinos, na horizontal, explica Flávia. O módulo estreito, usado na despensa, ganhou nova pintura e agora fica no corredor, repleto de caixas (Arango) com fotografias.
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O pequeno espaço sob a escada rendeu. Na parte mais baixa, armários para itens de pouco uso deslizam em corrediças e se escondem atrás dos outros corpos, liberando espaço. No centro, prateleiras e colmeia guardam copos e garrafas deitadas. Já na área mais alta da escada fica o bar, que esconde embaixo, atrás das portas, gavetas e prateleiras. Projeto de Elizabeti Rodrigues e Rodrigo Rodrigues.
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Depois de percorrer muitas lojas à procura de uma cama que tivesse gaveta para guardar edredom, o casal resolveu encomendar à Harumy Marcenaria um modelo exclusivo. A cama de casal executada segue as medidas convencionais, mas ganhou um item a mais: de acordo com a altura e a profundidade do edredom dobrado, foi feito um gavetão ao lado da peseira. E ainda sobrou espaço nas laterais para duas gavetas menores, diz o proprietário.
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Veja como os profissionais da decoração conseguiram conciliar as necessidades de seus clientes com a área compacta disponível nos ambientes. Alguns deles aproveitam peças multiuso, e outros, móveis com medidas especiais, e há ainda os que adaptam novas funções a itens já existentes na casa. Idéias que você também pode adotar.
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