Crescimento à vista

Em almoço de confraternização realizado hoje, 20 de dezembro, em São Paulo, executivos da CAIXA fizeram um balanço de 2007 e adiantaram: "2008 será um grande ano para o setor da habitação"
Por Raphaela de Campos Mello

[produto1]

"Em 2007, houve uma explosão de financiamentos voltados para o mercado imobiliário, maior oferta para todas as classes e mais recursos para as faixas de renda que necessitam de subsídios. Com isso, o déficit habitacional está em declínio", Augusto Bandeira Vargas, Superintendente Regional.

[produto2]

"A CAIXA tem duas novidades para 2008. A partir de 1º de janeiro, entra em vigor a redução de 0,5% da taxa de juros para operações com FGTS. Mas o proponente deve estar vinculado ao Fundo por pelo menos três anos. Além disso, pessoas com renda superior a R$ 4,9 mil poderão contratar o financiamento pelo FGTS para imóveis avaliados em até R$ 350 mil", Elimar Sousa Oliveira, Gerente Regional

[produto3]

O ano de 2007 termina com gosto de vitória. Pelo menos, para os líderes da CAIXA, e, sobretudo, para as famílias contempladas com o financiamento da casa própria. Em novembro passado, o banco registrou um recorde: 16.800 mil contratos de habitação nos programas financiados com recursos do FGTS. Este valor é 19% superior à média mensal verificada entre janeiro e outubro. Mas a instituição ainda quer mais. Deseja fechar o ano aplicando a totalidade do orçamento do FGTS, que é de R$ 7,84 bilhões. O acumulado do ano, até o dia 14 de dezembro, já alcançou a marca dos R$ 6,7 bilhões, o suficiente para beneficiar 245 mil famílias. Veja a seguir como os executivos da CAIXA avaliaram o ano de 2007 e o que esperam para 2008:

[produto4]

"O Brasil está vivendo um ciclo de crescimento liderado, entre outros setores, pelo da construção civil. Esse movimento apóia-se no aumento de renda, no crescimento do mercado formal, na queda da taxa de juros e dos índices de inflação, bem como na ampliação dos financiamentos para todas as classes, especialmente para a média/baixa. Tal cenário tende a se intensificar em 2008", Márcio Percival Alves Pinto, Vice-Presidente de Finanças.

[produto5]