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Voltada para o mar, a fachada ganhou aberturas envidraçadas do chão ao teto.
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Um painel vazado de madeira na lateral protege a casa do sol intenso da tarde, assim como os beirais de telha metálica e o forro de MDF.
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Da sala de estar é possível observar os montantes de mogno (60 cm de largura) no segundo pavimento, que servem de brises verticais, evitando a entrada de instalação direta.
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De qualquer ponto da varanda se vê água – do mar ou da piscina. Terraço e churrasqueira se integram com a cozinha interna, incrementando a área de lazer. “Aqui é o coração social desta moradia, onde os proprietários costumam se reunir com os vizinhos e familiares”, conta Mario. Note que a piscina, cujo tanque não encosta nas fundações da casa, acomoda uma árvore já existente no terreno.
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Espaçoso, o refúgio conta com cinco suítes para abrigar o casal, quatro filhos e respectivas famílias nos fins de semana.
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A distribuição é simétrica: as suítes nas extremidades da planta são interligados por um bloco de pé-direito duplo, que reúne as áreas de convívio social no centro da casa.
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Todos os quartos foram presenteados com a vista da orla ou da mata graças a portas de correr e terraços avantajados.
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Imponente, a casa não interfere na paisagem por apostar nas transparências. De inspiração náutica, as varandas com seus beirais que lembram velas de uma embarcação parecem avançar solenes em direção ao mar. Deixar fluido o limite entre a natureza voluntariosa e a intimidade da construção foi intencional, como confessam os autores do projeto.