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Como evitar a entrada de pernilongos? A solução foi instalar por fora da casa uma tela mosquiteira fixada nos pilares de madeira com grampos de aço inox – para não enferrujar. Na fundação, de concreto, foram parafusados os pilares de madeira da estrutura – que pode ser desparafusada e transportada, caso o morador queira.
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Todo o madeiramento (Marcenaria do Engenho) foi reaproveitado de antigas moradas demolidas. Delas, ficaram as marcas deixadas nas madeiras que estruturam este refúgio. No forro, utilizaram-se placas de OSB, aglomerado de sobras de madeira prensadas. Sobre ele, compondo a cobertura, foi aplicada manta asfáltica com cobertura geotêxtil (Torodin), pintada com três demãos de tinta acrílica impermeabilizante.
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A distância de 1,10 m do chão afasta a casa da umidade. Além disso, mantém inalterada a camada protetora do solo, composta de folhas e mais folhas. “Preservamos o ecossistema ali formado”, diz o arquiteto Vinícius Andrade. A cobertura tem a inclinação mínima de 3%. O suficiente para escorrer a água da chuva e, ao mesmo tempo, reter as folhas caídas, pois elas vão, tão logo, proteger, refrescar e camuflar a casa no meio da mata.
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O piso e as paredes da cozinha e do banheiro são de Painel Wall, placas cimentícias com espessuras de 4 cm. Com medidas-padrão, elas chegam prontas à obra e são montadas com rapidez. Nas janelas optou-se por um sistema de basculantes de vidro e perfis de alumínio. Pé-direito de 2,50 m.
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No pavilhão, os únicos ambientes reservados são o banheiro e a cozinha. Para a privacidade do morador, um trilho com cortina blecaute separa quarto e sala. O espaçamento entre os pilares é de 1,20 m, acompanhando as medidas das placas do piso e do forro.