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A amplitude marca a construção desenhada por Diana Malzoni e reformada 30 anos depois por Eduardo de Almeida. Sensação reforçada pela rampa, uma ousadia na década de 1970. Dentre as mudanças sugeridas pelo arquiteto está a criação deste pátio. Outra boa idéia foi a multiplicação dos domos que atravessam o vão de 12 m de extensão e trazem luz natural.
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Coberta de tijolos aparentes, a fachada atravessou com classe o passar dos anos e só foi modificada na região dos quartos, aumentados com a retirada de uma varanda voltada para a rua. As novas esquadrias estão em sintonia com os caixilhos de alumínio anodizado que já sustentavam os painéis de vidro no térreo. Influência dos modernistas, o concreto estrutura a construção.
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Atrás da parede fica o anexo integrado à casa.
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Para ampliar o espaço que receberia a nova sala, Eduardo de Almeida deslocou os dois escritórios, a copa e o banheiro. Com isso, ainda garantiu total visibilidade do jardim. Na circulação, trocou o assoalho de madeira por pedra são tomé. A perobinha surge no piso do estar e no muxarabiê que protege o andar dos quartos.
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No pavilhão anexo há sauna, home theater, sala de ginástica e varanda com churrasqueira.
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Convocados por Eduardo de Almeida, os paisagistas Sidney Linhares e Fernando Chacel buscaram preservar ao máximo a riqueza de volumes e texturas do projeto original do jardim tropical – assinado pelo escritório de Burle Marx (1909-1994). Figura em primeiro plano a Cardulovica palmata (conhecida como chápeu-de-panamá) emoldurada em um grupo de palmeiras (Phoenix roebelenii).
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A piscina de linhas clássicas mudou de posição para abrir espaço ao novo pavilhão. Econômico na escolha de materiais, o arquiteto elegeu como revestimento do tanque pastilhas cerâmicas, que, por sinal, também surgem nos banheiros da casa. O piso leva placas de pedra são tomé.