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O Bathboat (The Forest Glade), do holandês
Wieki Somers, é um barco ao contrário, pois seu objetivo é manter a água dentro, e não estar sobre ela. O designer faz uma conexão entre flutuar na água e banhar-se nela, pois ambos provocam sensações similares.
Barco ou banheira?
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Apesar de parecer uma construção simples, a Table#1 (The Forest Glade), de
Patrik Fredrikson, passou por um processo bastante sofisticado para obter essa aparência. Os troncos foram cuidadosamente selecionados e a superfície perfeitamente alinhada. Mesmo que a impressão seja de que os pedaços de madeira estão apenas atados uns aos outros, eles misteriosamente parecem flutuar sobre o chão.
Mesa de pedaços de madeira
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O famoso designer
Tord Boontje também está presente na exposição com três cadeiras. A Petit Jardin (The Forest Glade) celebra a fertilidade da natureza e o usuário tem a sensação de que é engolido pelas plantas estilizadas que formam a composição.
Cadeira orgânica
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A moralidade dos contos de fadas invoca oposicões entre o bem e o mal sempre com referência visual. As cadeiras Princesa e Bruxa (The Forest Glade), também de
Tord Boontje, exemplificam esse fato. Enquanto a Princesa é como a fantasia de toda menina sobre um baile de princesas, a Witch é escamosa e sinistra.
Bem x mal
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O armário Sculpt (The Forest Glade), criação de
Maarten Baas, parece ter sido esculpido a partir de um tronco de árvore, mas é feito de chapas de aço laminadas.
Armário de conto de fadas
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Para fazer a Laser Chair (The Forest Glade),
Ineke Hans utilizou chapas de MDF e fez detalhes com laser, que remetem aos recortes que as crianças fazem em papel. O resultado é uma peça que parece ter vindo diretamente de uma fábula.
Cadeira recortada
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A francesa
Matali Crasset criou a luminária pendente Diamonds are a Girl`s Best Friend (The Enchanted Castle). Além do formato com inspiração óbvia, a peça é fabricada com uma liga de zinco, cobre e níquel, que não mancha e o efeito final parece uma mistura de outro e prata.
Girl`s best friend
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A Pixelated Chair, da designer
Jurgen Bey, (The Enchanted Castle) parece uma imagem pixelada de uma cadeira do século 18. O impacto do design depende do histórico e conhecimento pessoal de cada um.
Cadeira pixelada
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Com o mesmo conceito da Pixelated Chair, a cadeira Clone (The Enchanted Castle), de
Julian Mayor. Utilizando um moderno software do século 21, o designer reconstruiu uma peça com formato que remete ao século 18.
Tradicional e moderno
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Um casamento de tradição e modernidade: as cadeiras Lathe (The Enchanted Castle), de
Sebastian Brajkovic, parecem terem sido esticadas. Resultado do tecido – criado digitalmente – que junto com o acabamento em bronze, deixa a peça com status de obra de arte.
Cadeira esticada
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A cômoda George III (The Enchanted Castle), de
Gareth Neal é mais um exemplo de tecnologia alinhada com o passado. São mais 800 pedaços de madeira cobrindo todos os lados do móvel, milimetricamente ajustados através de uma serra controlada por computador.
Cômoda com fachada
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Uma das peças mais impressionantes da exposição é a mesa Cinderella (The Enchanted Castle), de
Jeroen Verhoeven. Um primeiro protótipo foi feito em compensado, mas o modelo final, totalmente esculpido a partir de uma pedra de mármore, é surpreendente. O perfil, que lembra um aparador/ cômoda do século 17, com formas voluptuosas, também agrega ao móvel um status de obra de arte.
Mesa e escultura
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Constantin e Laurene Boym usaram arte como matéria-prima para uma linha de móveis, como a cadeira e o espelho Venus and Mars (The Enchanted Castle). Reproduções de artistas como Veronese, feitas na década de 80, servem como representação da briga entre arte e design.
Venus and Mars
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A luminária Damned MGX (Heaven and Hell), de
Luc Merx, inspira-se em uma cena religiosa - o último julgamento divino - utilizando o corpo como metáfora para o espiritual.
Luminária espiritual
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Também inspiradas pela religião, a luminária e poltrona Divina Comédia (Heaven and Hell), criações de
Niels van Ejik e Miriam van der Lubbe, representam a jornada entre o inferno, paraíso e purgatório. Vemos na poltrona desenhos de ladrões sofrendo no inferno. Já na luminária, os anjos são a visão do paraíso.
Divina Comédia
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A origem da mesa de centro Aluminium, de
Fredrikson Stallard (Heaven and Hell) é uma técnica de análise desenvolvida em 1921 por um médico Suiço, Hermann Rorschach. Ele mostrava a seus pacientes diferentes formas abstratas, e conforme as interpretações dadas, conseguia diagnosticá-los. A mesa, que usa a teoria não só para decoração, mas também em sua estrutura, tem a mesma proposta e pode ser vista de várias maneiras.
Teoria da psicanálise