Há cinco anos, quando ele comprou o imóvel em São Paulo, o quintal era sem graça, mas seu olhar treinado anteviu o futuro vicejante do lugar. Bellotto trabalhou duro até a área ganhar os contornos de hoje.
Aproveitando os 25 m entre o portão e a entrada da casa, traçou um caminho que revela um pouco da arte de seus projetos. Mescla esculturas e espelhos-d'água, revestimentos e cores, madeira, pedra e outros elementos naturais. A diversidade de plantas vale a visita. Há as espécies que se destacam pelas formas (podadas e naturais), as perfumadas, as coloridas. Cenário irresistível para os passarinhos: "Já contei 15 tipos aqui", diz ele. Com o tempo, os negócios frutificaram e parte do local seguiu a vocação do trabalho. O paisagista usa uma mesa posta no meio do jardim (sob uma estrutura de metal com lona branca que fica acima da vegetação) e bancos de madeira para as reuniões. Também fez um canto onde se pode folhear livros e revistas. A trabalho ou a lazer, todos vão parar ali por um mesmo motivo: curtir o verde.
[img1][img2][img3]
[img4][img5][img6]
[img7]