Localizada na frente da casa, esta fonte abafa o barulho do trânsito da rua. A água jorra de um cubo de mármore travertino (só a boca é de mármore verde guatemala) num lago de 2,15 x 2,30 m e 15 cm de profundidade forrado de pastilhas de vidro (Colortil, ref. C15). Na jardineira interna plantaram-se papiros e, ao fundo, alpínias. Projeto do paisagista carioca Fernando Acylino.
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As arquitetas cariocas Gisele Taranto e Izabela Lessa reservaram um local especial para o projeto do paisagista Gilberto Elkis. Um cano despeja água no vaso vitrificado, até ela transbordar, preenchendo os três tanques sucessivamente, graças ao rebaixamento nas bordas de mármore travertino. Seixos verdes (Palimanan) compõem o revestimento interno.
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Nesta varanda, a paisagista carioca Clarice Perrone recortou um nicho de 1,20 x 2 m na parede, com 25 cm de profundidade. Um tubo furado embutido no topo do retângulo distribui a água em filetes sobre uma chapa de vidro laminado, instalada com uma leve inclinação. Pastilhas de vidro transparentes revestem o tanque (40 cm de profundidade), que tem borda de granito apicoado.
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Limpeza. Há várias formas de cuidar da água que circula na fonte. "Carpas ajudam na manutenção, porque se alimentam das larvas de mosquito", explica a paisagista Clarice Perrone. No entanto, o funcionamento contínuo da fonte pode estressar os animais - motivo pelo qual o motor deve ser desligado regularmente (à noite, por exemplo). Já o paisagista Fernando Acylino opta pela aplicação semanal de pastilhas de cloro no fundo do tanque.
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