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Suculentas: plantas fáceis de cuidar, bonitas e duradouras

As suculentas exigem poucos cuidados e, quando bem adaptadas ao ambiente, viram belas esculturas verdes. 

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Varanda mais feliz

Após uma pesquisa online, a advogada Priscilla Moça deu uma de jardineira: “Forrei o interior de um cesto com manta de poliéster, espalhei argila expandida para facilitar a drenagem e pus terra adubada por cima”. Então ela plantou as suculentas echevéria-baby (Echeveria derenbergii) e plantajade (Crassula argentea) e acrescentou duas outras espécies. Pedriscos finalizam o conjunto. 

Apenas apoiado sobre a base, o cesto de fibra pode virar centro de mesa. Descansos de panela do mesmo material decoram a parede.

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“Me mudei para um apartamento com terraço e queria deixá-lo bem verde. Como tenho pouco tempo para grandes cuidados, optei por uma miniplantação de suculentas.” Priscilla Moça, Rio de Janeiro

 

 

 

 

Floresta inusitada

O quintal do paisagista inglês Iain Houghton, que vive na capital paulista, soma um majestoso cacto mandacaru (Cereu jamacaru) às suculentas dedo-de-moça (Sedum burrito), carpete-dourado (Sedum acre) e echevéria (Echeveria sp). “Para mantê-los viçosos, no começo da primavera uso adubo rico em nitrogênio.”

Os cactos crescem conforme a área disponível. Para que o seu fique exuberante, transplante-o para um recipiente maior no fim do outono ou no início da primavera. Aqui, o mandacaru ocupa um vaso de 60 cm de diâmetro, com lascas de cerâmica, argila expandida, manta drenante, pedriscos e substrato comum para plantas sem flores.

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“Ter um jardim em casa é uma necessidade, pois as plantas trazem harmonia. Além disso, este é o canto em que minha esposa e eu recebemos os amigos para drinques e aperitivos.” Iain Houghton, São Paulo

 

 

 

 

Janela enfeitada com pequenas esculturas verdes

No projeto de uma clínica de terapias alternativas, a paisagista Beatriz de Santiago colocou a suculenta planta-jade (Crassula argentea) e os cactos flor-de-maio (Schlumbergera truncata) e rubrispina (Mammillaria spinosissima) em vasos cerâmicos coloridos, apoiados no peitoril.

“Essas espécies não precisam de muita poda ou rega – senão, corre-se o risco de a raiz apodrecer”, diz a especialista. “E podem dar flores magníficas quando menos se espera!”

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“Estudei e respeito muito o feng shui. Essa técnica de harmonização explica que, por causa do acúmulo de água, os cactos e as suculentas purificam a energia.” Beatriz de Santiago, Rio de Janeiro

 

 

 

 

Na entrada do apê, os arranjos de vasos dão as boas-vindas

“Um dia tive a ideia de plantar mudas de suculentas em pequenos recipientes cerâmicos, verdes e brancos, comprados na Saara, região de comércio popular no Rio”, conta a funcionária pública Maria Emilia Morse. Espécies como a gastéria (Gasteria verrucosa) e a orelhade-gato (Kalanchoe tomentosa) formam os conjuntos sobre a bandeja de bambu e no trio de vasinhos (Etna). 

As novas moradoras do apartamento foram alocadas bem na entrada, sobre a cristaleira.

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“Gosto muito de plantas! Quando morava com minha mãe, era mais fácil, pois ela conseguia cultivar diversas espécies. Agora que vivo sozinha, fiquei com a praticidade das suculentas.” Maria Emilia Morse, Niterói, RJ

 

 

 

 

Plantas no expediente

Tal é o gosto por suculentas que a coleção do webdesigner Luiz Otávio Senna não para de crescer. Sobre o banco do jardim semicoberto do escritório, ele organizou os microvasos, de 3 cm a 7 cm de diâmetro, com carpete-dourado (Sedum acre), aortia (Haworthia cuspidata) e echevéria-baby (Echeveria derenbergii), entre outras. 

Segundo a paisagista Beatriz de Santiago, o ideal é molhá-las a cada dez dias no verão e a cada 20 dias no inverno. Dispense a rega se a terra estiver úmida. Prefira um solo rico em areia, que ajuda na drenagem.

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“Ao começar em um novo trabalho, levei os vasos comigo. Primeiro, ficavam na minha mesa, mas, como a quantidade só aumentava, resolvi transferi-los para a entrada do escritório.” Luiz Otávio Senna, Rio de Janeiro

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