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Escape games: você está preso em uma sala e tem sessenta minutos para sair

Os famosos jogos de point and click da internet ganharam uma versão na vida real. Chamados de escape games ou jogos de fuga, esses live-actions são sucesso na Ásia e na Europa e começam a despontar no Brasil. Conheça quatro casas que trabalham com o jogo em São Paulo

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Cores e números aleatórios preenchem o quadro da parede. De alguma forma, você acha uma lógica e consegue uma senha. Deve ser o código para abrir aquele estranho cadeado. Uma porta que parece ser a saída. Clique! Ela se abre… Mas para uma segunda sala, um laboratório repleto de frascos e substâncias coloridas. Você ainda está preso e o cronômetro na parede não para.

Roteiro de filme? Jogo de videogame? Não. É só um dos cenários que milhares de pessoas no mundo todo enfrentam nos chamados “escapes games” ou “escapes rooms” – jogos em que os participantes ficam presos em uma sala e precisam usar as dicas e os objetos do local para descobrir a saída antes que o tempo acabe. A iniciativa surgiu no Japão alguns anos atrás, se espalhou pela Europa e chegou ao Brasil este ano: em São Paulo, quatro empresas oferecem o jogo, em um total de 12 salas temáticas. “Costumamos dizer que é uma mistura de detetive com caça ao tesouro para adultos, difícil é explicar para as pessoas que elas precisam estar presentes, muita gente pensa que é digital”, diz Fabio Passerini, profissional responsável pela Fugativa.

Cada sala possui um tema e proporciona um jogo único: antes de você entrar em uma para ficar trancado, um monitor vai contar a história criada para aquele ambiente e explicar o porquê de o seu personagem estar preso ali – esse storytelling é o início de uma série de dicas que você terá que usar para escapar. Este contexto, aliás, serve de base para toda a cenografia usada na atração: se você precisa fugir da prisão, o quarto que você vai entrar vai ser como uma cela. Se você precisa descobrir porque um repórter sumiu, o cenário vai ser um escritório com máquinas de escrever. “O objetivo é proporcionar uma opção de entretenimento para aqueles que curtem uma experiência sensorial, estimulada pelos detalhes da ambientação (objetos e móveis), pelos sons e por tudo que possa envolver o participante no clima proposto”, explica Karina Papautsky, diretora artística do Escape 60.

O apelo é simples: quem já conhecia o estilo de jogo na internet, tem como objetivo vivenciar o quebra-cabeça fora do mundo virtual. Para os novatos, não deixa de ser uma experiência diferente de entretenimento. Sair da sala significa fazer parte de uma parcela mínima de pessoas que conseguem (nas salas difíceis, o índice de sucesso mal chega a 10%) e, claro, faz nos sentir inteligentes. O contrário também ocorre: não sair é frustrante. E faz a pessoa voltar com outro grupo ou em outra sala.

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A atividade é extremamente segura: o grupo é monitorado via câmera e microfone, recebe dicas e há sempre um botão de emergência. “No planejamento, nos preocupamos com a escolha de mobília e de objetos que não oferecessem riscos. Na fase de testes, fizemos aprimoramentos e substituições e testamos com diferentes públicos, inclusive com um claustrofóbico”, diz David Bispo, profissional de marketing do Escape Room SP.

Hoje são mais de 2000 escapes no mundo, segundo o Escape Room Directory. E, apesar de serem recentes no Brasil, os games já começam a ganhar espaço em outros campos: muitas empresas estão utilizando o jogo como uma dinâmica em grupo, já que é necessário trabalho em equipe para sair. Desde setembro, o Escape 60 promove uma sala especial, ambientada com referências ao filme Goosebumps: Monstros e Arrepios – a ação deu tão certo, que o protagonista do longa, o ator Jack Black, escapou da sala quando visitou o Brasil. Uma iniciativa semelhante foi feita nos Estados Unidos para divulgar o filme Missão Impossível: Nação Secreta – neste caso, o quarto fechado ficava dentro da sala de cinema.

A série The Big Bang Theory também mostrou um escape em um capítulo (mas, como seus personagens são nerds, eles saíram em apenas 6 minutos). E desde julho deste ano, os escapes chegaram ao mundo dos reality shows: o Race to Escape vai ao ar pelo Science Channel e oferece um prêmio de 25 mil dólares por episódio. Conheça abaixo quatro casas em São Paulo que estão apostando no negócio.

 

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Puzzle Room: de Praga para franquias em São Paulo

 

O sobrado com portão colorido em uma pacata rua de Mirandópolis engana. É difícil imaginar que por trás da fachada típica dos anos 50 se escondem a cela de um presídio e a cena de um crime. E que, por elas, já passaram mais de mil pessoas desde julho deste ano – todas interessadas em ficar lá dentro por uma hora, resolvendo os mais diversos tipos de puzzles. Se você consegue escapar ganha o direito de assinar as paredes da casa e uma foto para comprovar o feito.

 

Quem está por trás de toda essa empreitada é Rodrigo Matrone, administrador que aprendeu sobre o negócio em um dos berços dos escapes games, a cidade de Praga, na República Tcheca. “Me mudei para lá no começo de 2014 e acabei me envolvendo no projeto de abertura do Puzzle Room da cidade”, explica. Tomou gosto pela coisa, participou do desenvolvimento da filial na Suíça e, daí para o Brasil, foi um pulo.”Quando percebi que não havia escapes games brasileiros, consegui convencer os sócios (o que não foi difícil) e todos toparam”, conta. Era novembro de 2014 e, desde então, Rodrigo é o responsável por definir os temas, criar roteiros e desenvolver os enigmas da unidade brasileira.

 

“Poder desenvolver o projeto no papel e criar as etapas e o cenário dá muito mais intensidade no jogo”, diz. Toda a criação foi feita do zero: com os temas definidos, foram utilizados sensores, dispositivos, acionadores e automação para criar as duas salas em operação. De mão-de-obra externa, somente foram contratados um gesseiro e uma empresa de acrílico. A tecnologia também foi amplamente utilizada. “A sala Carandiru proporciona uma experiência 5D, onde todos os sentidos são colocados em jogo”, conta. E como é a tecnologia 5D? “Só vindo para conhecer”, desconversa.

 

O Puzzle Room São Paulo conta hoje com três funcionários e recebe desde crianças até idosos. Um público que está em expansão são os grupos de colegas de trabalho. “As grandes empresas já têm a cultura do teambuilding lá fora e estão começando a difundi-la aqui no Brasil”, explica. Rodrigo conta também que alguns jogadores retornam com outros amigos só para assisti-los tentando sair. E que, em Praga, teve até pedido de casamento no meio do jogo.

 

Para o futuro, algumas ações já estão sendo planejadas. “Em novembro, inauguramos a nossa cereja do bolo, que é a sala Inverso do Universo. Será um ambiente totalmente de ponta-cabeça”, diz. E completa: “Já começamos a fazer algumas cotações para aniversários também. Como a casa dispõe de um quintal nos fundos, é possível fazer uma festa com um belo churrasco”. E os planos vão além: quem quiser abrir uma franquia, o Puzzle Room está em busca de interessados. “Temos um modelo de parceria não agressivo com as franquias existentes no mercado. Quem tiver interesse, não precisa ter um sócio. Queremos difundir a modalidade no país. Operamos em Praga com mais de 20 empresas concorrentes na cidade, o que é muito bom, pois acaba sendo um roteiro turístico muito diferente! Cultura que em algum momento irá acontecer aqui”, conclui.

 

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– CSI: Investigação criminal

Você e seu time de investigadores forenses terão que solucionar a morte de Eduard Snownet, um espião americano sitiado em São Paulo, antes que a perícia volte à cena do crime. De 2 a 8 jogadores.

– Carandiru

Você foi acusado de um crime e encarcerado no legendário complexo prisional Carandiru. Algumas coisas já estão prontas para serem usadas na fuga e você tem 60 segundos para sair. De 2 a 6 pessoas.

 

Serviço Puzzle Room

Avenida Senador Casemiro da Rocha, 63, Mirandópolis, São Paulo

Telefone: (11) 97740-1196 / Site: www.puzzleroom.com.br

Funcionamento: todos os dias, das 10h às 23h

Preços: R$ 299 (para 2 a 4 jogadores) e R$ 389 (para 5 a 8 jogadores)

 

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Fugativa: escape game dentro de um prédio comercial

 

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O prédio comercial localizado no Itaim Bibi não difere muito de seus vizinhos: escritórios dividem os 24 andares com lojas, cinema e diversos restaurantes. Seu ponto de referência, inclusive, é a Saraiva que fica no térreo.Mas, ao pegar o elevador e subir até o último andar, é possível encontrar o diferencial do prédio: a Fugativa, o primeiro escape game do Brasil, inaugurado em fevereiro deste ano. “Sempre fui fã dos jogos tipo point and click e quando minha esposa foi convidada a participar de um escape real em Londres, tive a ideia de montar um no Brasil”, explica o empresário Fabio Passerini, único sócio do empreendimento.

 

A escolha do imóvel foi bem planejada. “O complexo oferece uma ótima estrutura, bons restaurantes e bares ao redor. É de fácil acesso a transporte público e estacionamento”, explica Fabio, que trabalha no local com uma equipe de mais três pessoas e gerencia as duas salas de fuga que idealizou com a ajuda técnica da arquiteta Flavia Cancian. “Foi quase como construir uma casa a partir da estrutura. Contratamos profissionais de drywall, gesseiro, pintores, eletricistas, aplicadores de papel de parede e adesivos, chaveiros, instaladores de piso e até restauradores de móveis”, enumera.

 

Hoje, Fabio calcula já ter recebido mais de duas mil pessoas na Fugativa – uma delas, um bebê de colo, foi a responsável por encontrar uma pista e ajudar a família a sair da sala. A porcentagem de sucesso é até alta – aproximadamente 50% das pessoas conseguem sair -, mas muitos precisam de uma ajuda externa para conseguir o feito. “Damos pistas quando o jogo trava. Geralmente na forma de bilhetes discretos com textos e frases que ajudam, mas não entregam totalmente a resolução”, diz.

 

Para quem quer levar a experiência além das salas, a Fugativa oferece também um jogo específico que pode ser montado em qualquer lugar. “É necessário somente um ambiente fechado, como uma sala de reunião ou um quarto de hotel. Algumas empresas já nos contrataram para seus congressos e eventos corporativos realizados em hotéis fora de São Paulo. Temos também versões reduzidas, tipo pocket games, indicados para feiras, eventos e até lançamentos de produtos em estandes”, conta Fábio. Para o próximo mês, está previsto a inauguração do terceiro jogo da Fugativa, que será mais intenso que as salas do shopping: com duração de até três horas, ele ocorrerá perto da Rodovia Raposo Tavares, começará à meia-noite e já tem mais de 300 pessoas na fila de espera.

 

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– O Sumiço do Dr. Saldanha

Vocês entraram em um escritório de um repórter que desapareceu. Agora, precisam descobrir o motivo do sumiço e sair antes que a polícia chegue. De 2 a 8 jogadores.

– Ferradura de Prata

Vocês foram convocados para resgatar um tesouro roubado e devolvê-lo ao legítimo dono. Para isso, devem invadir o local e encontrar este tesouro.De 2 a 8 jogadores.

 

Serviço Fugativa

Rua Joaquim Floriano, 466, conjunto 2406, Itaim Bibi, São Paulo

Telefone (11) 2737-4656 / Site: http://fugativa.com.br

Funcionamento: todos os dias, das 12h às 22h

Preço: R$ 295

 

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Escape 60: sala específica para promover filme de Hollywood

 

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O prédio com uma pintura assinada pelo grafiteiro Sipro chama a atenção de quem passa pela Rua Baluate: é lá que se encontra o Escape 60, a maior casa de escape de São Paulo, que comporta seis salas temáticas. “Nossa intenção era que a fachada refletisse o clima interno de muita diversão e o Sipros conseguiu traduzir essa sensação e ainda chamou atenção para o nosso empreendimento de uma forma inusitada”, explica a arquiteta Karina Papautsky, diretora artística da atração e responsável pela ambientação do local junto com a empresa Ahcervo de cenografia.

 

Inaugurado em junho deste ano, o Escape 60 é o resultado da sociedade de quatro amigos: além de Karina, também participam Jeannette Galbinski (diretora de marketing), José Roberto Szymonowicz (diretor comercial ) e Márcio Abraham (diretor de inovação). “Todos vivemos a experiência deste tipo de diversão em Paris e Miami, durante um período de férias, há um ano”, explica Karina. Com o conhecimento adquirido, a criação do negócio foi coletiva. “Os sócios estiveram diretamente envolvidos em todas as etapas, desde a concepção do negócio até a sua operacionalização. Cada sala conta com uma ambientação feita de sons, objetos e móveis”, diz.

 

A equipe que mantém a casa em funcionamento é grande: são 20 colaboradores, que já atenderam mais de 20 mil pessoas desde a inauguração. E o público é bem eclético: “Além de famílias e grupos de amigos, também recebemos equipes de empresas, organizações do terceiro setor e até escolas de línguas estrangeiras, já que oferecemos os jogos em inglês, espanhol e português”, conta Karina. Com tanta gente participando, já houve pedidos de casamento (em vez de achar a chave para sair da sala, a futura noiva acha o anel de noivado) e um agradecimento especial de uma idosa que adorou jogar com os filhos e os netos. “Teve também o diretor da Universidade de Cambridge que entrou em uma das salas apenas como observador, mas vimos pelo nosso monitor que em menos de cinco minutos ele já havia mudado de ideia e estava no chão ajoelhado procurando por pistas”, diverte-se Karina.

 

Desde o fim de setembro, o Escape 60 também oferece uma experiência digna de Hollywood: uma sala especial temporária foi criada para promover o filme Goosebumps: Mostros e Arrepios, que está em cartaz nos cinemas brasileiros. “A sala foi o fruto de um desenvolvimento entre Sony e Escape 60 e teve o ator Jack Black no vídeo de apresentação”, comemora Karina. A iniciativa deu tão certo que, quando passou por São Paulo para divulgar o longa, o ator entrou na sala Goosebumps com uma turma de blogueiros e conseguiu sair em menos de 60 minutos.

 

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– O Laboratório do Dr. Mortare

Você e sua equipe precisam encontrar a fórmula secreta no laboratório e sair antes que o cientista libere um gás mortal.De 4 a 8 jogadores.

– Operação Resgate

Sua prima está  em um hotel com um rapaz desconhecido e você precisa resgatá-la antes que aconteça um assassinato. De 4 a 8 jogadores.

– Salvem Nossas Almas (S.O.S.)

Você e seus amigos de escola são convidados para um jantar em comemoração aos dez anos de formados. Mas acabam presos na sala com a pessoa que convidou, que já estava morta há um ano. De 4 a 10 jogadores.

– Corredor da Morte

Você foi preso injustamente e tem uma hora para fugir da prisão antes de ser levado à cadeira elétrica. De 4 a 8 jogadores.

– O Falsário

Você precisa resgatar um quadro que sua avó deixou como herança. O problema é que ele está em um ateliê de um falsário que tem contatos com a máfia. De 8 a 16 pessoas.

– Goosebumps (sala temporária)

Seu vizinho abriu um livro proibido e liberou monstros por toda a casa. Você precisa capturar as criaturas e fugir dali o quanto antes. De 4 a 8 jogadores.

 

Serviço Escape 60

Rua Baluarte, 18, Vila Olímpia São Paulo

Telefone: (11) 3842-9066/ Site: www.escape60.com.br

Funcionamento: todos os dias, das 10h às 22h

Preço: R$ 69 por pessoa (de segunda à sexta até às 16h20) e R$ 79 por pessoa (sábados, domingos e feriados). Grupos mínimos de 4 pessoas.

 

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Escape Room SP: enigma no wi-fi e no site de reservas

 

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A casa de esquina em uma rua tranquila da Vila Mariana chama a atenção pela cor: a parede toda preta ressalta os detalhes em vermelho da fachada. E, mesmo parecendo pequeno por fora, o imóvel tem duas salas de escape. “Queríamos um local que tivesse uma integração natural de todos os espaços da estrutura física e das salas com o jogo, para evitar que os jogadores se sentissem em um ambiente artificial”, explica David Bispo, profissional de marketing do Escape Room SP.

 

A atração é fruto da sociedade de dois amigos, João Vitor Antonini e Toni Wang, que são fãs de RPG e de outros jogos de tabuleiro – conhecimentos que ajudaram na elaboração dos enigmas. “Iniciamos com a história e o roteiro, depois criamos os puzzles. Por fim, utilizamos a cenografia, ambientação e decoração para unir tudo e refletir o mistério que envolve o ambiente. A decoração precisa passar uma mensagem para quem entra na sala”, diz David.

 

Todo o processo foi planejado e executado por uma equipe de criação e de consultores, na qual se destacam dois inventores. “Contamos com a colaboração de dois ‘Professores Pardais’ que conseguem transformar algumas ideias malucas em realidade. Esses itens mágicos são conhecidos como ‘props’ entre os criadores de jogos”, explica. E o que fazer com esses ‘props’? “Na Ásia, o enigma mais recorrente é o que envolve contar um número de itens com a mesma cor em uma sala ou o número de quadrados em um tapete, por exemplo. Na América do Norte, você precisa encaixar peças para formar algo, enquanto na Europa é muito popular encontrar objetos e itens em imagens”, explica. E no Brasil? “Usamos um pouco de tudo”.

 

A estimativa é de que mais de 500 pessoas já passaram pelo Escape Room SP. Quem participa tem a foto pregada no mural: ela pode estar tanto do lado dos winners (vencedores) ou dos losers (perdedores). “Uma vez, um grupo de seis jogadores que havia acabado de se conhecer se integrou tão bem que saíram da sala e comemoraram como um time de futebol, se abraçando, pulando todos juntos. Outro grupo (que não saiu!) se uniu em um círculo e deram as mãos para a contagem regressiva dos 10 segundos finais”, diverte-se.

 

Para o futuro, duas novas salas estão programadas ainda para 2015. “O tema da terceira está escondido em nosso site, deixamos algumas pistas lá, mas não será fácil achá-lo!”, instiga David. A lógica do quebra-cabeça é tão presente que você precisa desvendar um enigma até para conseguir a senha do wi-fi. “Os escape rooms usam como base a suspensão voluntária da realidade, o mesmo que acontece quando você senta para assistir a um filme e acredita que aquilo é real. O grande passo que os escapes fizeram é trazer o papel de protagonista para os jogadores, com uma história e ambientação bem desenhada, mas com um roteiro que depende de cada um”, conclui.

 

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– O Lado B

Quem já não sonhou em desvendar todos os mistérios do universo, descobrir novos elementos e viajar na velocidade da luz? Descubra como em 60 minutos. Até 8 jogadores.

– Ateliê

Você sabe quem é Monet ou Picasso, ou onde surgiu o Renascimento? Ele sabe tudo isso e, sabe, inclusive, como falsificar uma Monalisa. O que ninguém sabe é a identidade dele. Até 10 jogadores.

 

Serviço Escape Room SP

Rua Bagé, 268, Vila Mariana São Paulo

Telefone: (11) 4872-3481 ou (11) 95328-1005/ Site: www.escaperoomsp.com

Funcionamento: fim de semana e feriados, das 13h às 23h

Preço: R$ 79,90 por pessoa

 

Dicas para quem quer tentar (sem spoilers):

– Nenhum jogo requer ferramentas ou esforço físico. Ou seja, não perca seu tempo tentando afastar o armário da parede ou levantando a cama. – Você não precisa usar tudo o que está na sala. Muitas pistas são falsas.

– Olhe tudo: dentro dos bolsos, embaixo dos móveis, no lustre, atrás dos livros da estante. Pistas podem estar em qualquer lugar.

– Às vezes a resposta está na sua frente, mas é um pouco diferente do óbvio: se o número não deu certo, repare na cor deles, na ordem… Uma pista pode ser vista de várias formas.

– Pensou muito e começou a ficar difícil? Pare e volte para o começo. Nenhum escape game vai pedir para você resolver uma equação de química, por exemplo. A resposta deve estar em outro lugar…

– Trabalho em equipe é fundamental! As coisas se resolvem muito mais rápido quando se trabalha em grupo. E quanto mais cérebros pensando, melhor.

– Conseguiu abrir alguma coisa? Deixe para explicar a resolução depois

– Não perca tempo ensinando o colega a fazer igual, o importante é terminar o jogo. Depois de sair da sala, vocês terão muito tempo para discutir os procedimentos.

– Travou e não sabe para onde ir? Não hesite em pedir ajuda. A equipe de fora quer que vocês saiam tanto quanto vocês. Ou não…

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